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Here and Now!

por Dona das Chaves, em 30.05.09
Sexta-feira estive no Pavilhão Atlântico, no concerto Here and now, the 80's. Simplesmente fantástico! Foi muito bom recordar os grandes êxitos da minha meninice. Dançar e cantar ao som de Kim Wilde, Abc, Rick Astley, Curiosity Killed the Cat, Belinda Carlisle. Os vídeos que fiz, são péssimos, a máquina não é boa, e além de estar longe, estava a dançar :) mas valem pela música que contêm, pelo que vivi, durante 4 horas, recordei a minha meninice. E tão bem que soube.

Fica um video que mais alguém que lá esteve deixou no youtube! E foi um momento mágico, a ovação que se seguiu à bela Kim, que está como o vinho do Porto.



A malta de hoje não sabe o sabor que teve viver nos anos 80.
Se também lá estiveram, deixem a vossa opinião, gostava de saber mais opiniões, se afinal coincidem com a minha, ou não.

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publicado às 23:30

a concha...

por Dona das Chaves, em 22.05.09


Ela rebusca escritos antigos, e vai lendo o que já escreveu em tempos que ainda era feliz e outros nem tanto. Pelo meio vai encontrando textos, cartas, uns com mais sentimento, outros simples escritos de pensamentos banais. Porém um poema desperta-lhe a atenção, e ao ler recorda cada segundo que viveu ao escrevê-lo, recorda cada palavra, cada sentimento que empregou para o escrever. Pegou no poema e resolveu publicar, no local onde costuma deixar os seus escritos mais sentidos, os poemas. Porém a nostalgia deu lugar, à angústia, à solidão que a sua alma teima em não admitir sentir. Quer poder esquecer, mas por vezes a vida teima em não deixar, há sempre qualquer coisa que faz despertar o que já deveria estar adormecido. Não se pode fechar em casa, e nem pode tapar os olhos ou passar a ser surda. Ora são situações que a fazem voltar a lembrar-se, ora são nomes anunciados nas televisões e toda a gente teima em se chamar o mesmo, pensa ela, ora é o modelo do carro com que se cruza, que é modelo raro, ora são as coisas que vai encontrando perdidas e que pensava já se ter livrado de todas, ora são as músicas, são os cheiros que teimam em reavivar memórias. De que lhe adiantou apagar e-mail, número de telefone, foto, cortar toda e qualquer ligação nas redes sociais, se tudo o resto teima em permanecer? Ela sabe que irá conseguir ultrapassar, mas sabe que irá demorar, afinal ela criou uma concha onde se fechou, e só quando a abrir irá finalmente deixar entrar mais alguém no seu universo. A concha, já a protegeu, mas não poderá permanecer lá dentro, irá sufocar com a solidão, com a dor que teima em guardar para si, e que só sabe dividir com o mar, mas o mar não lhe dá resposta, não leva a dor para longe. Por mais que tente sorrir, parecer feliz, ela sabe que os seus olhos a desmentem sem o menor pudor. Ela sabe que os seus olhos reflectem tudo o que a sua alma sente, mesmo que tente esconder.

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publicado às 16:45

Serei chata?

por Dona das Chaves, em 19.05.09
Há muito tempo que não escrevo na primeira pessoa, e agora que o venho fazer também não será para dizer grande coisa. Venho reclamar, o que não é de estranhar, afinal eu sou mesmo assim, reclamo de tudo, embora há muito tempo que não reclame de nada. Parece que a última vez que reclamei foi pelo mesmo assunto, o que diga-se fazê-lo novamente será como chover no molhado. Eu continuo sem perceber se as empregadas da charcutaria do mini, super e hiper-mercados são mesmo escolhidas com critérios estranhos, tais como ser surda, ignorar o que o cliente diz, fazer-se despercebido, entre outros atributos semelhantes. Ainda não percebi bem, se é prática das empresas ou se serão as empregadas que depois se fazem assim. Porque é que nunca fatiam nada como eu peço? Qual é a parte do " corte fininho, por favor" que não entendem? Se para elas fininho, são fatias que dava para fazer três, alguma coisa vai mal. Qualquer dia faço-me de parva, e depois de ver que não está como quero volto para trás e devolvo o produto e quero que me cortem outro tal como pedi. Irra que é demais, será assim tão difícil a tender um cliente como lhes é pedido? Acabo muitas vezes por desperdiçar o que compro porque depois não como, safa-se o gato que vai tendo um petisco para se lambuzar. No entanto não posso generalizar, de vez em quando até há quem faça o seu trabalho como lhe é pedido. Não tenho nada contra as pessoas das charcutarias, mas por favor, um pouco de simpatia, e atender como pedimos, não será pedir muito, acho eu.

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publicado às 12:53

Vampira... ou nem por isso...

por Dona das Chaves, em 18.05.09

Ela jamais pensou que se metesse em alguns "assados", como o que acabou de sair. Agora decorridas algumas horas, repensa a situação e percebe que não sente arrependimento absolutamente nenhum, por se ter portado tal qual uma cadela que não tendo outra forma de o fazer se defende com os dentes. Até se consegue rir da situação, afinal deve ter deixado uma impressão bonita, da marca dos seu dentes nos abdominais musculados dele. Quem o mandou esticar-se mais do que tinha permissão? Lá diz o ditado " a pressa é inimiga da perfeição", e neste caso foi mais que certo. Ainda lhe perguntou se ele tinha comido sopa de elásticos, para que entendesse que se estava a esticar mais do que devia, mas ele estava tão obstinado nos seus intentos, que acabou por ficar marcado. Ela imagina a cena que deve ter acontecido a seguir, e até gostava de ser mosca por um momento, poder estar a ver a justificação que ele deu perante a favorita, perante uma marca de dentes femininos no abdómen. Ela não viu a intensidade com que deixou os seus dentes marcados, afinal mordeu-lhe por cima da camisa, mas pelo menos surtiu o efeito que queria, ele não insistiu mais e retirou a mão de onde insistia em colocar.
A saída acabou ali mesmo, não havia mais nada para dizer, ela marcou a sua posição, ele insistia que se queria algo dizia, que não andava com meias medidas, mas ela continuava sem perceber porque é que ele não percebia o seu lado da questão. Dali nunca iria sequer restar uma amizade, afinal para ele as mulheres devem ser como objectos que usa em proveito próprio, e depois de livra deles sem o menor remorso. Desta vez saíram-lhe as contas furadas, saiu-lhe um osso duro, e não teve dentes para o roer, antes foi mordido. No caminho de regresso, ainda teve o desplante de lhe tentar dar lições de moral como se ele tivesse moral para o fazer. Ela ainda lhe pediu desculpa por ter dado a dentada, mas não se arrependeu de o ter feito, e também deixou claro que a opinião dele em nada ia mudar a sua atitude perante a vida, irá continuar a ser a mesma, e com isso dorme tranquila sem arrependimentos. Irá continuar a não confiar em ninguém, até que lhe provem que merecem confiança. Foi acusada de medir todos os homens pela mesma bitola, de fazer pagar o justo pelo pecador, e no fim de contas com os seus actos ele provou que ela tem razão, e que ele sim, mede as mulheres todas pela mesma bitola, se é mulher, logo é para comer. Provavelmente não está habituado a que lhe de digam que não, e levou com um não redondo, para aprender que nem sempre inocência quer dizer que se está disponível, ou que isso significa que se embarca na primeira canoa furada que nos apresentam. Ela pode ser naif, mas não é tola, e muito antes entendeu que ele seria um galinha, apenas deixou correr as coisas a ponto de lhe dar uma lição, que deixou marca. Ela sabe que logo que lhe passem as marcas que lhe deixou, ele voltará à sua vida de sedução, mas sabe que jamais terá notícias dele novamente, afinal deixou bem definida a sua posição e se ele tem memória sabe que não se deverá meter com alguém como ela.

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publicado às 14:10

Pedaços...

por Dona das Chaves, em 14.05.09

Ainda não passou muito tempo desde que ela viu destruídos os seus sonhos, os seus desejos, o seu amor pisado sem dó nem piedade. Sabe que nunca irá recuperar totalmente, mas já consegue ver as coisas de outra forma, já está no caminho que trilhou. Encontrou amizade, encontrou cumplicidade, e sabe que estar feliz, não depende dos outros mas de si. Encontrou, (ou foi encontrada, já não sabe), quem pegou nos pedaços destruídos e a ajudou a colar, e a reparar os estragos. Tem um coração remendado diz ela, mas isso não importa para quem a ajudou a reparar os danos, é assim que nos tornamos mais fortes. Sorri, ao lembrar as mensagens trocadas, as coisas que já disse, e que se deixou levar a dizer. Sim, sentiu novamente vontade de se entregar nos caprichos da vida, sentiu vontade de sair da linha uma ou outra vez. Não o fez ainda, por ser tão racional, por pensar demais antes de fazer qualquer coisa. Lembrou-se da conversa que acabou por mudar o rumo da história, e sabe que da próxima não haverão barreiras imaginárias, que impeçam que duas pessoas possam dar as mãos...

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publicado às 23:53

...

por Dona das Chaves, em 14.05.09

"Não faças da vida um rascunho, podes não ter tempo de passar a limpo."

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publicado às 11:45

Curiosa eu...

por Dona das Chaves, em 13.05.09

Só por curiosidade, quem é você...?

que já leu o meu blog de uma ponta a outra em poucos dias?

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publicado às 00:05

(Des)confiança

por Dona das Chaves, em 12.05.09
Ela tem andado numa roda viva. Não, que a vida pessoal tenha dado um salto colossal, pelo contrário está serena, mas a vida profissional tem-na mantido bastante ocupada. A semana anterior foi intensa, teve de substituir a pessoa responsável por um departamento, e não estava suficientemente preparada para tão intensa tarefa. No entanto safou-se, teve alguma ajuda pontual de uma colega, e o saldo final foi positivo, fora o facto de ter acabado a semana completamente esgotada a nível psicológico. Nunca pensou que pudesse ter tanta responsabilidade nas mãos, mas confiaram nela para fazer o trabalho e sem outra solução teve de aceitar. Sabe que mais cedo ou mais tarde vai ter de o fazer novamente, pois o colega vai necessitar de férias de novo.
A sua vida pessoal está calma, está a habituar-se a estar sozinha. O amor deixou de ser prioritário, e vive apenas um dia de cada vez. O amor sereno que conheceu, já tomou outro caminho, ela mesmo se encarregou de o desviar. Sabe que pode amar de muitas formas, mas perdeu a confiança nos outros, e por si só, isso basta, para que ela não deixe que alguma relação vá em frente. A solidão que a sua alma sente é atroz, mas ela não se deixa trespassar. Sabe dentro de si que não é mulher ciumenta quando confia em alguém, mas sabe que não confia em ninguém. Os dias que se seguem serão de introspecção, para se encontrar a si mesma dentro de alguém que nem ela sequer conhece, depois do que passou. Sabe que mesmo que se encontre nessa solidão da alma, lá irá permanecer porque vai continuar sem confiar em ninguém. Sabe que o tempo que passou depois daquele dia ainda foi curto, sabe que o tempo pode ajudar, mas dentro de si permanece uma dor, que jamais se extinguirá, e essa dor não deixa que ela volte a confiar outra vez. Vai ter de aprender a viver consigo mesma, e com a sua solidão que agora será sua companheira, de dia ou de noite. Sabe que poderá viver um triângulo amoroso, ela, o seu amor e a sua solidão.

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publicado às 00:14

Prémio calcinha...

por Dona das Chaves, em 03.05.09
A Sitiletto, achou que eu e o meu único neurónio, merecíamos um prémio, e presenteou-me com este muito feminino por sinal :p





Agradeço o prémio, e como sempre existem regras, que são as seguintes:


1. Escrever uma frase, citar um título ou contar uma historinha sobre os seguintes seis assuntos: vida, cinema, literatura, viagem, amor e sexo;

2. Indicar seis blogues que realmente consideres femininos e inteligentes;

3. Linkar o blogue que te indicou;

4. Postar as regras para que outros as repassem;

5. Inserir o selinho recebido do "Papo Calcinha".

Pois aqui fica a minha resposta:

Uma vida pode ser tudo, pode ter tudo. Do tempo de uma vida, pode-se retirar o que queremos, e muitas vezes o que não queremos. Da literatura ao cinema, muitas são as vidas que passam diante de nós. Algumas são uma viagem pelos sentidos, outras simples passagens, de momentos de amor, ódio, carinho, paixão, violência, astúcia, tristeza, e sexo, com mais ou menos pimenta, contidas noutras vidas. E vamos vivendo a nossa vida enredados noutras vidas como uma aranha na sua teia, que pode ser o nosso refugio, ou o nosso cadafalso. Cada um de nós tem o poder de comandar a sua teia.

Agora vem a parte difícil que é passar o prémios a outros 6 bloggers, mas que eu não vou fazer, porque desta vez, fico com o prémio para mim. Claro que não é bem assim e quem se sentir tentado, pode levar o prémio para o seu pedaço e responder também.

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publicado às 23:56


O nome desta gaita, não interessa para nada. Interessa apenas aquilo que aqui for postando, dia a dia, ou à noite, tanto faz...Como só tenho um neurónio disponivel, é muito certo que saia asneira de vez em quando, ou quase sempre...

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