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Sushi, a malvada!

por Dona das Chaves, em 24.02.15

Sushi5.jpg

Desde que criei o blog, ainda no Google em 2007, já passaram quase 8 Anos??? Bom, nessa altura devo ter falado do meu gato, O Elvis, o Gato! O Elvis já era um gato sénior, e com o passar dos anos, tinha de partir. Eu já tinha jurado que não ia querer mais nenhum gato na minha vida, porque o Elvis, partiu na sequência de um tumor altamente invasivo, que o debilitou profundamente. Pois, no dia em que o meu amigo de tantos anos partiu, caiu-me literalmente no caminho o Zé Maria, um gatinho minúsculo, magríssimo e indefeso. Não se deve cuspir para o ar, foi a resposta da veterinária do Elvis... Enfim lá trouxe o Zé Maria, e durante o tempo que viveu foi um gato muito querido e amado, mais do que eu pensei que fosse. Infelizmente viveu pouco mais de um ano, uma malformação biliar, ditou a sua partida prematura. Partiu quando o segurava nas minhas mãos... :-( e nesse exacto momento percebi, que o amava muito mais, do alguma vez pensei que voltasse a ser possível, sentir tal amor por um gato, depois do meu grande amor Elvis.

Andei muito tempo a pensar se quereria ou não outro gato na minha vida. Pensei e repensei. Umas vezes dizia que sim, que era possível voltar a ter outro gato, outras vezes dizia que não, que não queria ter mais nenhum animal, pois poderia ter alguma doença que o iria fazer sofrer, e já me tinham bastado os meus grandes amores, terem partido com doenças malvadas. Eis, senão, quando a minha irmã me diz que lhe ofereceram um gatinho Bosques da Noruega, mas que o ia dar a alguém que o quisesse... Pois, e eu ia deixar que isso acontecesse... Lá depois de tanto ter pensado, resolvi que o gatinho era meu, obviamente. O gatinho oferecido, virou gatinha! Ok, tudo bem na mesma, para mim gato ou gata, não importa, é um felino, até podia ser uma pantera, um jaguar... Lá recebi recado para ir buscar a dita cuja, e fui toda contente buscar a minha nova aquisição. De Bosques da Noruega, só tem o engano, porque é uma perfeita SRD. A mãe até é uma Bosques da Noruega, mas o pai, hummm, poder ser o Esfinge lá de casa, ou o SRD do vizinho, porque o Bosques lá de criadeiro não é de certeza. Tudo bem na mesma, eu não quis o animal por ser de raça, e enfim depois de já ter vivido uns maus momentos logo que chegou (nem podia ser de outra forma... olha a sorte...) cá está a foto possível da Sushi, a "malvada". Sim, que ela é uma malvada, que nada tem a ver com os dois amores anteriores, mas que hei-de fazer, é a minha "malvada", que veio "desestabilizar" o meu sossego, para me fazer perceber que os gatos são o que são, e não o que nós queremos que eles sejam. E assim, agora tenho uma "malvada", que me tira do sério muitas vezes, mas é a personalidade dela, e é como os filhos, não os podemos moldar, apenas temos de saber viver com a sua personalidade, e gostar tanto deles, como se fossem uns doces. Mas até eu já tenho vontade de fazer "malvadezes" de vez em quando...

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publicado às 23:31

De rastos...

por Dona das Chaves, em 05.01.11
... a vida é mesmo injusta. Já chorei, chorei, chorei e chorei... e não sei quando irei parar de o fazer. Há quase 13 anos vi um desejo realizado na totalidade... a parte que não completou a totalidade do desejo é uma parte branca, que com o passar dos anos, perdeu a importância, e passou a fazer parte do todo, um todo cinzento. O branco deixou de contar e o desejo passou a ter a sua totalidade realizada. Ao desejo resolvi chamar Elvis. O desejo foi ficando cada dia mais meu, cada dia mais realizado, cada ano mais, o meu Elvis, o gato. Nestes quase 13 anos, a vida não lhe foi totalmente justa, a saúde teve as suas mazelas, mas sempre se foram resolvendo, embora as suas crises "renais" possam recorrer uma ou outra vez, mas nada de preocupante. Há cerca de um ano, apareceu com uma ferida no nariz, que de ínicio fui vigiando, e foi secando, a crosta caía, e o seu aspecto cor de rosa, era mais desmaiado, mas tudo parecia resolvido... até ao mês de Novembro. Um dia cheguei a casa e tinha o meu quarto quase transformado numa cena de local de um crime. Havia sangue salpicado por todo o lado, e o meu gato tinha o seu nariz cor de rosa em ferida aberta, a sangrar. Resolvi usar o colar protector, e por uma pomada cicatrizante no nariz. Quando parecia ter secado, tirei o colar, e menos de 10 minutos depois, tínhamos voltado ao cenário anterior, sague por todo o lado, e uma ferida aberta outra vez... mais pomada, colar outra vez, mais uma espera... nova retirada, e tudo voltou a repetir-se. Desta vez fomos para a clínica veterinária, e quando lá chegou já ia a sangrar novamente. Foi-lhe feita uma citologia, e veio para casa apenas com indicação de colocar uma pomada na ferida para cicatrizar, e esperar pelo resultado da citologia. Estávamos no Natal, e o resultado só veio na semana a seguir, ou seja a semana passada. Como trabalhei horas a mais todos os dias, não consegui ir à clínica. Longe de mim imaginar o que iria ouvir. Nestas duas semanas, a ferida foi andando com aspecto de não querer cicatrizar, mas ontem a a crosta que a cobria caiu, e o seu aspecto era o de uma ferida com todas as hipóteses de um dia não ser mais que uma memória do passado. Puro engano, hoje já está novamente a ficar com mau aspecto. Hoje lá fui à clínica, e fiquei de rastos. O meu Elvis tem um tumor no nariz, e só tem uma saída... a remoção do mesmo, ou seja, remoção do nariz. Além de uma cirurgia cara, na pior das hipóteses, ainda poderá precisar de quimioterapia. Adoro o meu gato, e estou completamente desolada. A vida é injusta, e os animais não deviam ter de passar por isto. O meu coração está destroçado, e custa-me tanto ver o meu bichinho assim. Vai ficar desfigurado, e não poderá mais ir à rua. Parece que foi por apanhar sol, e que os gatos com focinho branco tem muito mais probabilidades de sofrer destas patologias.  Se penso dar um passo em frente, a vida prega-me rasteiras. E agora resolveu que o meu gato era o alvo ideal. Eu quero salvar o meu Elvis, mas o seu futuro assusta-me.

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publicado às 23:37

Apenas porque sim.

por Dona das Chaves, em 19.05.10
Porque me apetece. Porque está a fazer um ano que vi ao vivo, e porque os anos oitenta foram para mim o melhor tempo. Divirta-se e recordem.

Esta tem de ser versão versão Final Fantasy, porque foi dificil encontrar o código para uma que fosse o vídeo dos anos 80
- Belinda Carlisle - Leave a light on -:


E esta porque simplesmente é
- Kim Wilde - Cambodia -:

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publicado às 00:31

Bolo do Amor

por Dona das Chaves, em 24.02.10

Ingredientes:

1 cama quente
2 corpos diferentes previamente lavados
500g de carícias
1 banana, não muito madura
2 tomates com pele
2 marmelos
1 forno devidamente aquecido e bem lavado
Beijos (quantidade escolhida).
Tempo mínimo de cozedura

- 15 minutos


Confecção:

Introduzir delicadamente os 2 corpos na cama, adicionando 50g de beijos ou mais, conforme a sua preferência.
Cobrir a superfície dos corpos com 500g de carícias (pode adicionar mel ou açúcar).
Agitar com as mãos os marmelos até estes ficarem ligeiramente rijos mas de forma a não machucarem.
Meter a banana previamente aquecida com a ponta dos dedos, no forno, à temperatura ambiente.

Recomendações:
Deixar os dois tomates com pele no exterior.
Manobrar a banana delicadamente em sentido vai-vem.
Fazê-la sair de tempos em tempos e voltar a metê-la, controlando assim a cozedura e com a preocupação de esta não perder o sumo antes do tempo.

Atenção especial:
Não bata as claras em castelo.

Nota: O tempo de cozedura pode variar com a marca e tipo de forno utilizado.
Deixe arrefecer se não usou nenhum produto, desenforme nove meses depois.
Se usou, lave bem a forma e a banana e estão prontos para outro bolo.

Recomendação especial:
Não se importe de repetir frequentemente a receita, a fim de saboreá-la, pois além de fazer muito bem à saúde e ao espírito, cada vez que se prova é mais gostoso!

BOM APETITE!!!!!

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publicado às 23:32

Para (so)rir...

por Dona das Chaves, em 23.11.09
Dois jovens namorados fazem um passeio na montanha, durante o Inverno.
Á tarde, o rapaz vai à procura de lenha para fazer uma fogueira.
Quando volta diz à namorada:
- Querida, tenho as mãos geladas!!!
Responde a namorada:
- Põe-nas entre as minhas pernas. Elas aquecerão!
No dia seguinte, ele vai procurar mais lenha para a fogueira
e quando regressa, diz outra vez:
- Querida, tenho as mãos geladas!!!
Responde a namorada:
- Põe-nas entre as minhas pernas. Elas aquecerão!
Depois do jantar, ele volta a ir procurar mais lenha e
quando regressa, diz outra vez:
- Querida, tenho as mãos geladas!!!
Responde a namorada:
- Pelo amor de Deus, homem!! Será que nunca tens frio nas orelhas?!

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publicado às 23:08

Coração de Novembro...

por Dona das Chaves, em 11.11.09

Ela não tem mais aquele brilho nos olhos, aquele sorriso largo que abraça o mundo. Vive, dentro de si própria, consigo mesma, na sua tristeza. Faz de tudo para ninguém perceber, mas os seus olhos, esses não mentem, nem mesmo nas fotografias. Por muito que sorria, o brilho azul mar dos seus olhos, é agora pálido, e triste. Ela junta todos os cacos como se de peças de um puzzle se tratassem. Compõe o puzzle daquele tempo, peça a peça, a tentar perceber onde é que falta uma peça. Dá voltas e voltas, encaixa, desencaixa, volta a encaixar, nada nem uma falha, nem uma peça a menos. Assim não podia adivinhar, jamais podia adivinhar. Olha para o calendário, 12 de Novembro, faz um ano que lhe colocou nas mãos um coração, uma caixa de bombons em forma de coração, com duas mensagens explicitas, uma de parabéns pelo aniversário, outra... que aquele era o seu próprio coração, que lhe colocava nas mãos. Durante os meses seguintes, o seu sorriso abraçava o mundo, os seus olhos tinham aquele brilho que tem os que amam e se sentem amados. Durante os meses seguintes, viveu para o dia do regresso do seu amor. Ele regressou e no primeiro minuto, já tarde da noite disse-lhe que estava em terra, que no dia seguinte, o dia era deles, e assim foi. Ele falou-lhe como se fosse um homem de princípios, que nunca iria tomar uma atitude de sacana. Foi de fim de semana, regressou diferente, e sem sequer a avisar, sem lhe dizer nada, declara publicamente o seu amor a outra. Ela desmoronou, o sorriso apagou, já não abraça sequer o espaço do seu quarto, quanto mais o mundo, o seu olhar já não brilha, nem mesmo junto ao mar, os óculos escuros são a sua capa, são a cara das suas fotos pessoais.
Ela não tem mais aquele brilho nos olhos...

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publicado às 23:39

Declaração de amor...

por Dona das Chaves, em 24.10.09

...alentejana!


Minha querida magana..


Desda aquela vez da palha naquele monti,

que aqui ficastes escarrapachada na minha alembradura.

Atão na foi tão bom? Diz laa? Hããã??

Condolho pra ti com esses bêços de mula.

O mê coração prega purradões nas costelas,

parece um trator a arrencar ecalitros naquela charneca.

Se mamares comé tamo,

Se machares come tacho

Vamos pedir a tê pai cacete o nosso acasalamento.

Gosto de ti, pôrra!

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publicado às 23:08

As minhas adoráveis ex-namoradas.

por Dona das Chaves, em 05.09.09
Quem tem a minha idade, e não tem companhia aventura-se a fazer algumas coisas sozinha. Ontem fui outra vez ao cinema, e desta vez a uma estreia. Tinha de ser, não podia faltar, o único homem louro neste mundo que me faria suspirar se nos cruzássemos um dia, é o actor principal. Então lá fui ver o belo do Matthew, e o restante elenco num argumento que não tem nada de novo, mas que consegue o objectivo do filme, que é entreter e levar as mulheres ao cinema para ver o belo do louro, ou os homens para verem a ... bem não me lembro do nome, e também não fui lá para a ver a ela. Alguns momentos para rir, outros para reflectir, um filme para ver acompanhado pela cara metade, para quem a tem, ou sozinha para quem como eu já não está para ficar à espera de companhia para coisa nenhuma.
A história, gira em volta de Connor Mead, que nas vésperas do casamento do irmão, o tenta convencer a não casar. Connor é um mulherengo que seduz todas as mulheres com quem se cruza, com um amor recalcado que abandonou por medo de a perder. Pelo meio vão surgir alguns fantasmas, sendo que quase todos são de ex-namoradas ou mulheres com quem se envolveu, e que o vão guiar numa viagem pela vida passada, presente e futura dele, na tentativa de o fazerem ver o quão errado tem sido em relação às mulheres, e ao amor, e em como pode acabar por morrer sozinho. Entre tantas situações, ele vai criar alguns conflitos no presente, conseguindo mesmo acabar com o casamento do irmão. Mais fantasmas, e lá vai ele tentar resolver os estragos que causou.
Mais não digo, vão ao cinema, ou esperem pelo DVD, etc e tal, eu gostei de ver o meu loirinho, fofinho, de sorriso maroto. Ah, a menina em questão é a sra Afleck, Jennifer Garner.

Fica o trailler.

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publicado às 00:38

Amor com amor se paga...

por Dona das Chaves, em 31.08.09
Hoje, depois do ginásio cheguei para jantar e a televisão da cozinha estava num jogo de futebol. Não achei anormal até perceber que era um jogo do Benfica, porque cá em casa é proibido ver jogos do Benfica na televisão, dá "má sorte"... Entretanto olhei para o resultado e estava 3 a 0, com trinta minutos de jogo, achei que estava a correr bem demais, mas entre comentários e garfadas e jogo em andamento a coisa compunha-se para mais golos, e lá sucedeu o quarto e comecei a deixar de ver o Vitória em campo. De repente os jogadores de verde começaram a desaparecer em campo e achei que a televisão não estava boa, fui á sala, que a televisão é grande para averiguar melhor, e sai mais um golo, e vão para intervalo a ganhar por 5-0. Acabei de jantar e sendo benfiquista, mas tendo nascido à beira Sado, não podia deixar de achar que estava a ser um derrota pesada (apesar de o Vitória já ter humilhado o Benfica na sua própria casa, amor com amor se paga...). Veio a segunda parte e deixei de ver os jogadores de verde, parece que se fundiram com a relva do estádio da Luz, e o Benfica começou a jogar sozinho contra o desgraçado do guarda-redes do Vitória, porque os jogadores do Vitória desapareceram da minha vista. Ainda nasceram mais três golos dos pés e cabeça dos vermelhuscos e sinceramente apesar do Vitória já ter humilhado o Benfica em casa própria, achei que era uma derrota pesada, mas a conta até podia ter sido fechada nos 10 que não ficava mal. Já em tempo de descontos, lá emergiu da relva um jogador do Vitória e lá marcou um tento de honra, e lá ficou o jogo saldado por 8-1. O Benfica está a ter muito apoio este ano, porque tem estado a ganhar e isso tem-se reflectido no número de pessoas a assistir aos jogos. O que me chateia no meio de tudo isto, é que quando está a perder, estes mesmos adeptos não tem cú para ir ao estádio apoiar e incentivar, puxar pela equipa.

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publicado às 23:32

Uma vida pode mudar em segundos...

por Dona das Chaves, em 15.08.09

Hoje faz 16 anos que eu me estampei, literalmente. Uma paragem digestiva, provocada por uma garrafa de água gelada (foi o calor de Agosto, que estava como este ano), foi o suficiente para eu me estatelar contra um morro, e cair da mota dentro da estrada, numa curva. Tive sorte que alguém conhecido passou do lado contrário e me encontrou, e enfim daí até ao hospital ainda vai mais um metro de história. Este acidente mudou toda a minha vida, não porque deixasse marcas, que essas eram só pequenas queimaduras do alcatrão e um traumatismo craniano, mas passou rapidamente. Recuperei bem do acidente, mas mudei, perdi alguns interesses anteriores, e mudei intelectualmente. Quem sabe não tivesse tido o acidente e os anos seguintes teriam sido mais felizes, a nível pessoal. O que eu perdi por ter deixado que o acidente interferisse, quando não teve razões para tal. Ou que perdi por deixar que alguém se intrometesse na minha vida, mas ter 19 anos é daquelas coisas, em que ainda não mandamos em nós, e deixamos que a família se intrometa em coisas que deveria manter distância. Raio de mentalidade retardada...

Hoje estou bem, mas há uma parte do passado após o acidente que ainda provoca algum desconforto, coisas que poderiam ter sido evitadas, sofrimentos que deixarão marcas eternas. Foram quase 12 anos, de mágoa, de vida a escorrer por um canudo, até que consegui por os pés no chão e dizer basta, sou eu que comando a minha vida, sou que escolho quem quero ou não a meu lado, se quero ou não uma vida de sacrifício e de pancada. Passados estes anos, levei duas grandes lições: nem sempre amamos quem temos ao nosso lado, e nem sempre temos ao nosso lado quem amamos. Durante quase doze anos vivi um relação com alguém que afinal eu não amei, e ainda hoje não entendo como achei que era amor um sentimento que só me destruiu. Quando finalmente descobri o que era amor, quando encontrei aquela pessoa por quem seria capaz de mover o mundo só com um dedo, quando a vida me parecia sorrir, essa pessoa não ficou ao meu lado, magoou-me mais que quem me bateu vezes sem conta, magoou-me mais que quem me rebaixava, e me dizia coisas que me lembram a ninguém. Magoou-me sem me tocar com um dedo, magoou-me da pior forma que havia, sem uma palavra, sem um gesto, apenas o acto em si, foi mais do que eu podia suportar. E como um acidente sem grandes mazelas físicas pode mudar tanto uma vida.

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publicado às 00:24


O nome desta gaita, não interessa para nada. Interessa apenas aquilo que aqui for postando, dia a dia, ou à noite, tanto faz...Como só tenho um neurónio disponivel, é muito certo que saia asneira de vez em quando, ou quase sempre...

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