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Férias tortas!

por Dona das Chaves, em 24.06.15

 Este ano, por contingências laborais sou forçada a estar de férias agora. O tempo até nem está tão mau assim, já esteve muito pior na segunda metade de Julho, em vários anos, que é a minha altura favorita para férias. O problema, é que por esta altura costumo estar com rinite, ou uma constipaçãozita, mas que este ano, é muito mais que uma mera costipaçãozita. Se fosse algo ligeiro, podia ir à praia, e uns bons mergulhos, e umas aspirações de água do mar resolviam a questão no primeiro dia. Acontece que da forma que eu estou, se arrisco a ir a banhos, e a estar à sombra, mesmo que debaixo de um belo chapéu de praia, vou conseguir piorar a minha situação, e posso arranjar uma pneumonia, que é mesmo o que me falta, para completar o quadro desde o acidente e a infecção do pulmão (a bem dizer desde esse dia, só tenho vindo a piorar, não só emagreci bastante, até já tenho pavor ao olhar para mim mesma, e embora me apeteça ir à praia se melhorar, tenho vergonha da minha magreza).  Como se não bastasse ainda estou sem carro, o que me condiciona muito, pois, só posso usar o carro da minha irmã, e uma vez que o trabalho dela, não vai de vento em popa, ela pode estar em casa, a qualquer dia, e necessitar de ir a algum lado. Resta-me ir para o jardim ler, ou se melhorar, ir para a piscina da minha sobrinha, molhar-me um pouco, porque para nadar, a piscina é demasiado pequena, e só com uma braçada chego à outra margem...

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publicado às 23:34

É sempre curto...

por Dona das Chaves, em 07.08.12

...o meu Verão! Desta vez durou duas semanas, e já acabou. 3 dias de praia (só?) e o que raio fiz eu nos outros sete dias? Nada de especial parece-me, afinal não me lembro de grandes emoções que tenhavivido nesses dias. Essencialmente descansei física e mentalmente. Andei com a minha irmã pelo Ribatejo, zona Saloia, e Alentejo a distribuir ração para cães e gatos, em lojas e particulares, que é o trabalho dela. Gosto de ir para a zona do Alentejo e Ribatejo, é tudo tão limpo, e tudo tão branco que dá impressão que são vilas com casas de brincar, os terrenos que não estão cultivados estão bem tratados, e as matas em volta estão limpas, o que evita os fogos se aproximem das casas. À medida que se sobe para a zona saloia, já começam a aparecer os apontamentos de cor nas casas, o ordenamento das ruas já é diferente, com ruas demasiado estreitas e sinuosas, e com muitas casas antigas em abandono, e os terrenos em pousio já não estão tão bem cuidados, as matas não estão limpas na sua maioria. São dois pontos diferentes num país que é mesmo de contrastes. Claro que ajudei a minha irmã, não fuiatrás dela só para passear. Almocei em Salvaterra um dia, e noutro no Magoito. Conheci um simpático cão Border Collie, que despertou novamente o desejo adormecido de um dia ter um para mim. Sei que agora não posso. Já temos lotação esgotada, e eu vou viver para o meu apartamento um dia destes, o que invalida a hipótese de ter um cão, seja ele um Border Collie ou outro, e não vou arranjar um animal para depois o deixar no quintal da casa dos meus pais. Gostaria de ter ido mais vezes à praia, mas não planeei bem as coisas. Deu para terminar a leitura de um livro e iniciar outro, que agora me está a fazer andar em busca dos outros livros anteriores da mesma autora, que embora sejam histórias diferentes, ajudam a que compreenda melhor o contexto histórico deste que estou a ler. Ando a ver nos sites de leilões e essas coisas, mas parece que os livros de Philipa Gregory, não são daqueles que alguém queira vender a preços de saldo.

No próximo ano será melhor... digo sempre isto... e ainda me faltam as férias de Inverno, no final de Outubro, que se for como em anos anteriores há-de estar tempo quente, até porque o Verão de S. Martinho  é por essa altura.

 

(andei desaparecida, não tinha net, e nas férias decidi que não me metia com a net)

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publicado às 16:59

Tábuas e pregos, precisam-se...

por Dona das Chaves, em 24.08.11
Oh! A cara de espanto deste...
(Imagem da internet, não é do Algarve, eu nem sei onde isso fica...)


Tem surgido nas notícias, relatos de avistamentos de tubarões nas praias do Algarve. Segundo as parangonas das revistas cor de rosa, a classe política costuma rumar ao Algarve nesta época... As autoridades e os entendidos e conhecedores dos mares da região, os pescadores, afirmam ser uma situação bastante normal, dizem que o mais provável é serem tubarões martelo à procura de alimento, sardinhas e cavalas. Eu digo que andam à procura de tábuas e pregos... para construir uma arca de Noé... esta país está a afundar...

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publicado às 14:07

Rescaldo...

por Dona das Chaves, em 20.07.10

... de um início atribulado!
As coisas não estão muito boas para quem está de férias! Eu!
O tempo está a revelar-se uma porcaria, para quem tem planos para ir para a praia e descansar os neurónios, ou neste caso o único neurónio existente e já todo queimadinho.
Como se não bastasse, para começar bem as férias, logo no sábado, achei por bem usar o instinto para salvar um prato com sardinhas e não fui de modas, agarrei num ferro em brasa. Resultado? O prato partido, as sardinhas sem a parte "traseira", e três dedos queimados, muitos ais, e muitos f#d@$$€, e muita adrenalina gasta em alguns minutos, em corridas para salvar o resto do almoço, e conseguir parar a dor das queimaduras com uma pomada SOS. E como três dedos queimados ainda eram pouco para iniciar as férias em grande, no domingo, não fui de modas, e dois dos dedos queimados, acharam por bem que não lhes apetecia ir comigo ver uma loja de sofás, e ficaram para trás no momento em que fechei a porta do carro... Auch... pois foi isso, mais do mesmo, mais ais, mais palavrões da pior espécie, desta vez os olhos tentaram atraiçoar-me à má fila, mas o tempo estava seco e eu resisti e secaram logo aquelas gotas malandras que estavam prontas para rolar cara abaixo. Nada mal, afinal até ia ficar de férias, podia muito bem, até ter os dedos todos enfaixados que não ia necessitar deles para trabalhar. Por sinal, apenas o dedo indicador, ainda está mais ressentido, com menor sensibilidade, e ainda negro e dorido, mas nada que me impeça de fazer a vidinha normal. O tempo é que me está a querer estragar as férias, é que neste momento não há guito para poder alterar os planos, e ir meter-me em exposições, museus, etc, se começar a chover. Enfim, não há-de ser nada.

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publicado às 23:56

Liberdade...

por Dona das Chaves, em 30.08.09

Nos últimos tempos, como não tenho companhia, decidi que em casa é que eu não fico. Não há companhia, paciência, também não fico á espera que me caia uma no prato da sopa, e lá vou eu ao cinema, passear, à praia na minha própria companhia. Aproveito para me conhecer melhor, afinal terei que viver comigo mesma para o resto da vida. Hoje, como não podia deixar de ser, fui à praia, com este calor não podia ficar na sauna da minha casa. Ora tudo não passaria de um dia normal de praia, com uns banhos de sol, outros de água, uma leitura à sombra pelo meio, não fosse a vizinhança. Sempre ouvi o pessoal dizer " a minha liberdade acaba quando começa a dos outros", e, nunca achei que fosse tão linear assim, afinal eu sempre fui tolerante com os outros. No entanto hoje, a praia estava cheia ( o que não tem acontecido noutros domingos naquela praia), e já eu estava com um banho fresquinho a lagartear ao sol, quando chega a vizinhança que abancou quase colada a mim, com tanto espaço ainda noutros locais. Dei o beneficio da dúvida, afinal como eu referi tenho por hábito ser tolerante. Eram três jovens de sexo masculino e fazer barulho é normal. Passado algum tempo chegam mais um jovem e duas raparigas e as coisas começam a ficar muito barulhentas, mas o pior está para vir. O espaço era curto e como estavam mesmo colados a mim, eu não pude deixar de apanhar com os "gases" de escape do grupinho que se formou. Sei que estávamos ao ar livre, e não é proibido fumar na rua, mas a praia é um sítio público, e quando se está praticamente colado aos vizinhos há que moderar um pouco os vícios, e evitar certas coisas. Ora tudo começa quando eu ouço um deles começar a falar da noite anterior que foi não sei para onde e que meteu duas de ácido, mais não sei quantas de outra substância ilegal qualquer e que aquilo não deu em nada, que não conseguiu curtir uma valente, que bebeu assim e assado. A conversa a partir daí derivou durante um bocado à volta das ganzas e dos ácidos e muita risota pelo meio com as cenas que fazem quando metem substâncias no organismo. Confesso que sou tolerante e a conversa em si não me espantou e nem assustou, até ao momento em que começam a enrolar tabaco e umas coisas mais pelo meio. Ora caneco, não me bastava ter de levar com o fumo do tabaco, ainda tive de levar com as ganzas deles e com todos os seus derivados. Isto durou a tarde toda, ora tabaco, ora ganzas, e eu a ter de fumar com eles as mesmas merdas, estando eu na praia, um local onde devia poder respirar livremente e sentir apenas a brisa do mar salgado. Agora compreendo de facto como a minha liberdade acaba, onde começa a dos outros. É que estando num local ao ar livre, não podia protestar, até porque a miúda que estava do meu outro lado barafustou por causa do barulho porque queria dormir e foi motivo para haver risota e comentários grosseiros. Ora eu sou tolerante, mas também os outros deveriam ter consciência da proximidade das outras pessoas na praia e asbterem-se de certos vícios que acabam por não só os prejudicar a eles, mas também a quem está próximo.

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publicado às 23:42

Ai, ai..

por Dona das Chaves, em 03.08.09
Daqui a oito horas estou de volta ao mundo do stress! Acabou o descanso, e que saudades eu vou ter do meu cantinho na praia. É a vida possível, por agora.

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publicado às 00:10

As férias, finalmente...

por Dona das Chaves, em 16.03.09
Finalmente estou de férias! Demorou, mas consegui! E agora com tanto tempo disponível nem sei que vou fazer com ele... se por um lado tenho tanta coisa para fazer, por outro não me apetece gastar o tempo das férias com limpezas e arrumações... e lá fora o sol convida a uns passeios daqueles que tanto gosto pela beira-mar. Depois tenho as coisas do meu carro "novo" para tratar, como ir levá-lo a uma limpeza profunda, fazer a troca das escovas limpa-vidros, o rádio novo, que não gosto deste que vem no carro, etc e tal. Além disso comprei uma briga feia em casa, porque a minha mãe não queria que eu comprasse o carro, que ia usando o do meu pai, que assim o meu pai (que não tem carta) vende o carro, que não vai usar o carro , que vai estar parado, enfim uma imensidão de desculpas para me fazer ter as despesas de manutenção, e tudo o que dá despesa num carro mas no fim não ter carro. Então se é para ter despesas comprei um e agora posso dizer o "meu carro"! Depois da banhoca e da limpeza eu ponho as fotos do meu rodinhas. E agora vou ver se gozo as férias, que já merecia há muito tempo...

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publicado às 11:17

Oh, mar salgado, quanta da tua água...

por Dona das Chaves, em 02.02.09

Ando com saudades dos meus passeios à beira mar. Desde que iniciei este trabalho, não voltei a ter tempo para ir pisar a areia molhada, molhar os pés na água salgada, fugir da rebentação das ondas. Durante o Verão nem fui à praia. Depois, veio o horário de Inverno e a situação ficou ainda mais complicada. Os dias tornaram-se pequenos, até demais. Saía do trabalho, e pouco depois de estar em casa era noite. Aos fins de semana, não gosto muito de ir para a beira mar, geralmente estão muitas pessoas e eu gosto da praia só para mim. Egoísmo puro, eu sei, mas adoro a praia praticamente deserta, poder caminhar pela beira da água, sem tropeçar em ninguém, sem que seja olhada de lado, só porque em pleno Inverno ando descalça com os pés na água. Adoro a comunhão dos meus pensamentos em liberdade com a música das ondas que me beijam os pés. Nada me acalma mais, que esta relação de amor que eu tenho com o mar, e que me está a fazer falta, não, que não tenha as ideias em ordem, não, que a vida esteja do avesso, antes pelo contrário, mas talvez o sangue que me corre nas veias, tenha uma mistura de água do mar.

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publicado às 00:32

I'm back!

por Dona das Chaves, em 14.07.08

Estive ausente, e não foi por causa do trabalho. Foi por causa da ligação à Internet, que morreu. Agora já foi ressuscitada, mas mesmo assim, não está de fiar, ainda não se aguenta e cai de vez em quando! Sei que estas coisas acontecem, a quase toda a gente, mas quando nos acontece a nós, achamos que somos únicos, que somos uns desgraçados, e enfim, as coisas complicam-se. Eu fico "passada da marmita", e começo a barafustar, faço reclamações, de tal maneira que qualquer dia sou conhecida no apoio a cliente e ninguém me atende... ;)
À conta desta avaria, formatei o computador, sem necessidade, porque o problema era mesmo da linha e da ligação, grrrr. O computador estava bom, não precisava ser formatado, perdi muitas aplicações que agora tenho que voltar a instalar, mais a impressora, mais a troca do anti-vírus que os drivers trazem, por outro da minha conveniência, blá, blá. A culpa de tudo isto? Do sapo, que não dá conta do recado, e nós é que temos de aturar as birras dele em não querer trabalhar. Vamos ver o tempo que vai aguentar, com este calor que anda aí, não tenho muitas certezas que vá durar, acho que vai voltar a fazer gazeta para ir para a praia.

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publicado às 23:47

O livro

por Dona das Chaves, em 03.04.08
"O por do sol na praia era sempre algo muito bonito e as duas amigas ficaram, a observar aquele momento mágico, sem dizer nada, por uns bons minutos. Um jovem, que também observava o momento, mete conversa com as duas amigas:
_ Olá, sou o Nuno, posso sentar-me aqui perto de vós?
_ Olá Nuno sou a Teresa, esta é a Joana, claro, senta-te.
_ Gosto muito de observar o por do sol aqui nesta praia, tem uma certa magia, que me faz sentir tão calmo.
_ Vens aqui muitas vezes? _ Pergunta Teresa.
_ Sempre que posso, agora no Verão venho mais vezes, porque estou em férias, e não deixo de vir observar um momento tão bonito. E tu vens aqui muitas vezes?
_ Quando posso, venho mesmo no Inverno. Moras na cidade?
_ Não, moro na aldeia, que fica perto da saída norte da cidade. Como é bastante perto, e trabalho aqui próximo, venho muitas vezes passear na praia, no Inverno também, mas nunca te vi por aqui. E a tua amiga, não fala? Tem algum problema?
Teresa, estava tão entretida com o novo conhecido que tinha-se esquecido completamente de Joana, e esta também parecia estar ausente, tendo-se limitado a sorrir quando o jovem se sentou junto delas.
_ Joana, estás aqui? _ Chama Teresa, mas a amiga parecia só estar ali fisicamente. _ Joana? – Chamou novamente Teresa, vendo que a amiga não ia responder, a não ser que lhe desse um toque, e foi exactamente o que fez. _ Joana, estás aqui? – e deu-lhe um toque no braço.
_ Desculpa, estava a pensar na minha casa…
_ Sim, pois. Ouve lá, achas que me enganas? Olha, estamos aqui a falar da praia e tu, nem pareces estar aqui. Este é o Nuno, apresento-te novamente porque acho que há pouco não ouviste nada. "


Algures no livro que estou a escrever!

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publicado às 00:20


O nome desta gaita, não interessa para nada. Interessa apenas aquilo que aqui for postando, dia a dia, ou à noite, tanto faz...Como só tenho um neurónio disponivel, é muito certo que saia asneira de vez em quando, ou quase sempre...

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