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Há muito, muito tempo...

por Dona das Chaves, em 13.02.15

... eu vinha ao meu blog, quase diariamente, certinho e direitinho, tipo relógio suísso!!! O que se passou entretanto? Quase tudo e quase nada...!!! Assunto para escrever, foi coisa que nunca me faltou, faltou foi muitas vezes a paciência, depois de uma reviravolta no rame-rame da vida. Foi a crise, foi a vida que não deu as voltas que eu pretendia que ela desse, foi a família que sem aumentar, dobrou em trabalho, deixei de ter net ilimitada, e os dias vão passando, e apenas vou ao Faceburro, para falar com alguns amigos, com a net da minha sobrinha, e nada mais. Penso sempre que tenho de voltar à vida blogueira, mas ponho como meta, ter net minha outra vez, antes de voltar a escrever. Como acho que essa coisa de fidelização, não se justifica, não gosto de prisões, afinal as operadoras é que nos deviam pagar para nos mantermos na rede deles, ainda não encontrei um  serviço que me satisfaça. Ou pago demais por um serviço móvel com poucas horas de navegação, ou fico atarraxada a um serviço com tudo e mais alguma coisa que eu nem uso, nem preciso, por mais €s, que os que eu posso pagar, e assim há uns anitos que não tenho serviço de net que me permita blogar com a frequência que eu gosto. E esta conversa toda para quê? Alguém me perguntou alguma coisa? Não, mas decidi que vou fazer por vir aqui mandar os meus bitaites do costume, com mais frequência, para os que porventura possam ter sentido saudades das minhas idiotices, e para os que não conhecem perceberem que afinal há sempre mais um(a) idiota com algo a dizer, ainda que muitas vezes acertadamente! Há, e como já devo ter referido, algures num post longínquo, não tenho intenção de usar o acordo ortográfico na minha escrita.

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publicado às 23:46

Telegrama

por Dona das Chaves, em 20.06.12

S.Pedro endoidou. Stop

Vendaval despenteia  malta. Stop

Verão avisa chega atrasado. Stop

Outono reclama, atrasa também. Stop

Vai haver castanhas, calor no Natal. Stop

Inverno faz birra. Chega  Fevereiro. Stop
S.Pedro desculpa-se. Diz  culpa  da idade. Stop

Todos perguntam quem é  idade? Stop

Hospício recusa entrada S.Pedro. Stop

Médico urgente precisa-se. Stop

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publicado às 17:35

Eles estão aí... os Marretas!

por Dona das Chaves, em 04.02.12
Um mês longe da internet! No princípio, a ressaca, depois os resultados começaram a fazer-se notar. Os livros agradeceram. A minha saúde mental oscilou entre a recaída (que não tinha por onde pegar, porque não tinha mesmo internet) e a pura paz de espírito por poder dedicar-me a outras actividades há muito deixadas para trás. Os assuntos para serem escritos foram surgindo mentalmente e partindo consoante a ressaca ou a paz iam tomando lugar à vez. Agora que regressei, já fiz a minha ronda habitual, fiquei a par das novidades. Constato, que afinal num mês não muda nada que possa causar espanto, e nem eu mesma tenho assuntos para poder espantar ninguém. Entretanto vou ali ler mais uns capítulos de um livro que me parece uma visão do futuro que nos aguarda, embora se passe a história algures entre 1932 e 1938 e depois 2007, mesmo antes da crise estourar. É aquela sensação de já ter visto isto em algum lado...
Concluo que a leste nada de novo, além do frio siberiano e os Marretas acabadinhos de sair do forno, que me estão a chamar para os ir ver ao cinema enquanto ainda estão fumegantes. Ao menos algo para rir.

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publicado às 01:20

..........

por Dona das Chaves, em 19.10.10
Estou danada, irritada, para lá de pior que urso! Odeio ser usada, odeio que o meu tempo seja tomado como se eu não existisse para além das tarefas que tenho de fazer para que os outros tenham tempo de lazer, enquanto eu me f#-o a trabalhar, a varrer, a lavar tachos, a passar a ferro, mesmo depois de 8 horas de trabalho stressante. Eu sou um ser humano, que pensa, que se move, e que tem direito a descanso como toda a gente! Estou cansada de ser empregada doméstica por obrigação, de ser comandada como pau para toda a obra, como bombeiro para salvar todas as aflições. Não sou uma egoísta, que não ajuda ninguém, mas não usem o meu tempo todo como se eu fosse um robot, como se eu tivesse obrigação de andar com a vida dos outros nas minhas costas. Não façam depender de mim as vossas vidas, tomem a obrigação de as levar em frente sem dependerem de mim. Eu não sou um saco de boxe, eu também gosto que alguma vez alguém me faça o jantar, até porque eu não sou de por defeitos nos cozinhados do outros... De vez em quando também podiam por a minha roupa a secar, em vez de deixarem sempre a deles para eu por a secar, e ainda me chatearem se não estiver seca... Pois é... estou cansada, e a minha vida está dependente de muito pouca coisa para poder voar, mas até lá terei de aguentar ou rebentar as paredes que me prendem mesmo à força.

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publicado às 00:32

Horas de sono e anonimato...

por Dona das Chaves, em 11.08.09

A minha veia criativa deu de frosques. Não, não foi de férias, fosse isso e eu não me preocupava. Outras razões existem para que eu não consiga exprimir por texto tudo aquilo que sempre fiz, brincar com as palavras. O anonimato que antes tinha, era uma grande fonte de rendimento inspirativo, mas agora... já nada é como foi. Agora, há um travão em mim, há um travão no meu raciocínio, uma escolha criteriosa das palavras, porque a interpretação que delas for feita, pode ser usada contra mim, e certamente é. Valem-me as horas de sono, que nelas posso ser livre, voar por onde bem entender e usar as palavras a meu bel-prazer, tocando quem me fizer sorrir. Nas horas de sono, sou muitas outras coisas, sou mulher, e sou pássaro, ou sou gata e vagueio nos telhados em busca da lua cheia. Nas horas do sono, posso ir onde quiser em pouco tempo, e voltar e tornar a ir para outro lado apenas numa única noite. Nas horas de sono posso colher frutos das árvores, sem o dono saber e comê-los como um manjar divino, partilhá-los às escondidas e saboreá-los numa doce troca de olhares com um desconhecido de ar matreiro.

Já nada é igual, neste meu espaço, mas vou tentar não esmorecer, não deixar que a descoberta do meu eu, e a descoberta de um certo segredo que era este pedaço de mundo anónimo, me levem para longe do propósito que me trouxe até aqui, deixar por palavras tudo o que um simples neurónio solitário, congemina durante um dia, ou uma noite, depende do tempo.

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publicado às 00:12

Tempo para sorrir

por Dona das Chaves, em 20.04.09
O tempo decorreu, o tempo segundo dizem tudo cura. Parece ser verdade, passado algum tempo ela já se sente muito melhor, está mais animada, e já começou a dar uns passos em frente. Afinal, de nada adiantava o mal estar que sentia, não ia resolver nada e só a estava a martirizar mais, ele não valia o sacrifício. Agora ela percebe que só saiu a ganhar. Está mais forte, mas decidida, e agora mais que nunca sabe onde quer chegar, e onde pode chegar. Agora tem a certeza de que é uma mulher forte e bonita, muito bonita por dentro, (e por fora, pelo que ouviu recentemente). Ela cresceu, já não se deixa encantar com sorrisos e promessas. Fez amizades, algumas nem duraram mais que o tempo que levou a dizer não, que não está interessada em ter namorados, e isso não se podem contar como amizades. Outras, ficam, valem pelo respeito que se tem pelo outro, valem pela amizade que pode ir crescendo, pelas conversas tolas, pelas risadas de satisfação e valem pelos sorrisos que provocam, pelos sorriso que ela consegue provocar. Ela não está no mercado, diz ela. Agora é mais difícil ser conquistada, porque criou uma carapaça que a protege, quase impenetrável. Sabe que um dia, vai abrir a guarda, mas não para já, ainda tem alguns cacos para juntar. Quem sabe ela abre a guarda se a ajudarem a juntar os cacos, pensa ela quando lembra o dia anterior... recua um pouco no tempo, e lembra-se que terá de aprender a portar-se menos bem... afinal porta-se bem demais... Solta uma gargalhada interior e um sorriso enorme abre-se no seu rosto, mas fica com dúvidas se voltará a acontecer, voltará ela a ter um dia assim? Tudo pode acontecer, ela não sabe, vai deixar correr ao sabor do vento, vai deixar que o tal tempo que tudo cura, também possa ser o tempo dela, o tempo para ser feliz.

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publicado às 22:43

O caminho certo...

por Dona das Chaves, em 10.04.09
Ela sente-se melhor, ainda não recuperou do tombo, mas já tem outra perspectiva da sua vida. Ainda tem vontade de se isolar do mundo muitas vezes, mas pelo menos já suporta a presença de outras pessoas e já consegue sorrir e brincar com as palavras e com a situação. A sua auto-estima está em recuperação e já sente vontade de se arranjar novamente, embora a imagem que o espelho devolve ainda esteja longe de ser a que gostaria. O seu rosto ainda surge apagado, o seu olhar ainda é triste, ainda está longe do brilho que outrora faíscava no azul e verde que tantas vezes deixava confusas algumas almas com que se cruzava. Ela jura que irá recuperar cada grama perdido, que o seu sorriso voltará a ter brilho e que os seus olhos voltarão a ser tão enigmáticos como sempre. Já nota os resultados recentes do ginásio, e isso agrada-lhe, está no bom caminho. Jura a si mesma que nunca mais vai desleixar-se consigo, não volta a cometer alguns dos erros que cometeu nos últimos dias. Jura que vai chegar aos "entas" com o corpo que tem hoje, como se tivesse agora 25 anos. Disso pode-se gabar, tem a imagem de uma garota, e é assim que pretende chegar á próxima década, sem rugas, sem acusar o peso da força de gravidade nos seus músculos. Vai dar tempo a si mesma, sabe que não recupera todo o seu vigor de um dia para o outro, mas o exercício no ginásio está a tornar-se viciante, e já não passa sem esse tempo para si. Hoje sabe melhor que nunca o que quer e onde pretende chegar, já não se deixa levar por sorrisos bonitos e conversas sempre iguais, sabe de antemão que a cartilha que todos leram é a mesma, e que quando existe interesse real nas pessoas não há pressas. Agora sabe dar ao tempo, o tempo que verdadeiramente tem.

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publicado às 23:19

Donos do tempo

por Dona das Chaves, em 12.08.08

O post do Jorge, "A espera... o silêncio das palavras" , fez-me lembrar que eu não gosto de esperar, em absoluto, seja pelo que for. Também não gosto de fazer esperar. No entanto a vida é feita de tempos de espera. Para tudo o tempo tem de ser de espera, até para os cozinhados, para no final do mês receber o ordenado, às vezes para nos levantarmos temos de esperar que seja de novo outro dia. Ultimamente também a minha vida é feita de esperas, e se umas não me afligem, embora como já disse não goste de esperar, outras há que me fazem desesperar a passos largos. Usamos um relógio, mas não somos nós que mandamos no tempo que ele vai contando, apenas serve para nos orientarmos, não somos donos de nada. Temos de andar às ordens do tempo, e não é o tempo que anda às nossas ordens. Nem podia ser de outra forma, porque se nós pudéssemos mandar, era complicado porque cada um mandava à sua maneira, e o tempo é de todos, logo, não pode ser comandado independentemente por cada um de nós. E agora, vou ter de continuar a esperar... por um tempo contado, dia a dia, mês a mês, sem poder desesperar, porque vou ter vou muito tempo para isso quando chegar o dia D, ou então não...

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publicado às 23:51

Até quando....?

por Dona das Chaves, em 23.06.08

Tudo tem um principio, um desenrolar, e um fim! Tudo tem uma razão para começar, mas para terminar também. Parece-me que a "vida" de um blog, será uma dessas coisas, tem um inicio, um desenrolar e um culminar. A sua duração pode ser mais ou menos longa, como a vida. Eu apenas queria escrever, dar a ler as minhas ideias, as minhas maluquices, forças e fraquezas quando iniciei este blog. Já se passou mais de um ano, muito já consegui deixar escrito, alegrias, tristezas, parvoíces, pensamentos profundos ou nem por isso. Estou agora numa fase, que não ata, nem desata, simplesmente tá-se. As ideias que porventura se afloram ao pensamento deste único neurónio durante o dia, esfumam-se com as horas, não ficando qualquer vestígio da pujança com que surgiram. Vou tentar, não acabar por aqui, no entanto, parece-me que é assim que começa o declínio, com a falta de textos, a falta das palavras que trazem as pessoas até este espaço. Se este espaço se quedar nos próximos tempos, deixo a garantia de continuar a meter o nariz onde normalmente costumo fazê-lo, nos vossos blogs, e claro continuo a comentar, umas vezes, eu própria, outras quem sabe, enviando a cabra, que alguns de vós já conhecem. Tudo dependerá, do teor dos posts e claro de quem estiver encarregue da utilização do neurónio, eu ou a cabra. Agradeço a todos que costumam passar aqui e ler as minhas palavras, e prometo tentar revigorar este espaço, mas não é garantido que o consiga fazer. Pode ser apenas um momento de pouca actividade do neurónio que deu asas a este blog, pode ser do calor, mas pode ser ferrugem na engrenagem do mesmo, e isso é mais difícil de remover. Tudo tem o seu tempo, vamos ver o tempo que tem o meu blog...

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publicado às 01:24

Hoje estou assim...

por Dona das Chaves, em 23.05.08




Não sei se inspirada pelo post do Jorge, se inspirada por um anjo que me tocou, hoje estou assim, sem grande coisa para escrever!

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publicado às 00:09


O nome desta gaita, não interessa para nada. Interessa apenas aquilo que aqui for postando, dia a dia, ou à noite, tanto faz...Como só tenho um neurónio disponivel, é muito certo que saia asneira de vez em quando, ou quase sempre...

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