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blue eyes

O nome desta gaita, não interessa para nada. Interessa aquilo que aqui for postando dia a dia, ou à noite...Como só tenho um neurónio disponível, é muito certo que saia asneira de vez em quando, ou quase sempre...

blue eyes

O nome desta gaita, não interessa para nada. Interessa aquilo que aqui for postando dia a dia, ou à noite...Como só tenho um neurónio disponível, é muito certo que saia asneira de vez em quando, ou quase sempre...

12.Nov.07

Porque estou assim... em dia não...

Dona das Chaves
Hoje foi mais um dia não! Lá ando a precisar do mar novamente, isto está a tornar-se crítico. A solidão é uma MERDA. Estou a provar um veneno, muito amargo. E ainda estou em casa dos pais, quando me mudar, é que vai ser uma merda daquelas... Vou dar em doida. Amigos? Cada um tem a sua vida, todos são casados, com filhos pequenos, quem se vai importar com uma gaja solteira, que resolve viver sozinha, com um gato que parece um carneiro? Neste momento, não vivo uma solidão entre paredes, apenas uma solidão da alma. A vida não tem sido generosa comigo, no campo dos afectos, se em pequena, tinha mimos, depois de entrar para a escola, acabaram. Daí até hoje tornei-me uma pessoa carente, coisa que só quem me conhece bem, percebe, porque não deixo transparecer, geralmente mostro o meu lado alegre. Mas os anos passam, e a idade começa a ter um certo peso, que me faz sentir ainda pior. Busco no mar, a companhia, que não tenho fora dele. O mar é meu confidente, sabe das minhas mágoas, dos meus desejos mais secretos, das minhas fantasias, e responde-me com a calma que preciso para continuar, a viver cada dia, como se fosse o último.


Aqui ficam duas músicas, que gosto, e condizem com o meu estado de alma de hoje.





11.Nov.07

Mudar, ou então não...

Dona das Chaves
Como é normal eu estou sem sono. Deitei tarde e levantei cedo, mas continuo sem sono. Eu devia ter nascido morcego, lol.
Ando a pensar mudar um pouco a cara deste blog. Desde o inicio que não é o aspecto que mais gosto, mas ainda não pesquisei, outro aspecto para a coisa. Quem sabe, faça até uma migração para outra plataforma. Acho que isto tem uma cara, um pouco monótona, que não condiz comigo, até mesmo com o nome do blog, "não bate a bota com a perdigota", eu também não bato muito bem, mas o tratamento para isso, é noutro departamento. Por enquanto, ainda vou aguardar, porque também não ando em boa fase, e posso acabar por piorar as coisas em vez de arranjar. Aceito sugestões e opiniões. Opinem, ou então, não...
Uma boa notícia, foi o Benfica, que tirou a barriga da miséria e goleou o Boavista, com 5 golos. Ganhou com 6, mas eu não conto, com o autogolo do Boavista, que não gosto de me congratular com os azares dos outros, e até porque pode acontecer o mesmo com o Benfica, nenhum clube está livre de lhe acontecer o mesmo.
Uma cena cómica, foi a picardia do Chávez com o rei de Espanha, lol. Que peixeirada, parece, que se esquecem de quem são e do que representam, mandam a diplomacia ás urtigas, e "cá vai disto ó Calisto", e depois lá estão as televisões que nos presenteiam com estas cenas.
Outra cena cómica foram os esfomeados, que desataram a ensacar castanhas no magusto do Terreiro do Paço, como se o mundo pudesse acabar sem encherem a pança de castanha assada. Não entendi, muito bem, as razões, é que estava lá ao lado a "mostra de vinhos" de Portugal, e portanto, a cena deu-se porque já haviam bebido muito e perderam noção de ridículo, ou porque perderam essa noção com a pressa de irem emborcar uns copitos na barraca ao lado, lol. Que barraca.
11.Nov.07

Divagações tardias

Dona das Chaves
Há coisas que para mim, tem um significado que desconheço, mas que as sinto como se eu fizesse parte delas, ou alguma vez lhes tenha pertencido. Uma delas é o mar, que em posts anteriores tenho falado dele. Outra das "coisas" que me fascinam são as ilha gregas e o mediterrâneo, e toda a história da Grécia antiga. Não sei porquê, por vezes tenho a sensação de ter vivido uma outra vida nesse tempo tão antigo, por aquelas paragens. Adoro aquela brancura de algumas das ilhas, a parte antiga de Atenas, e aquele mar tão azul. Sei que, é provavelmente uma parvoíce, isto de ter vivido na Grécia antiga, afinal, por vezes também tenho a sensação de ter conhecido Napoleão, e ter sido amante dele, lol. Logo este, que nem era um gajo bonito, e veio invadir-nos o território, e nem por isso gosto de França. OK, mas o post é sobre a Grécia, e o um dos meus grandes sonhos de viagem. Sim, um sonho é, fazer um cruzeiro pelas ilhas gregas, entre outras viagens. Se um dia tenho hipótese de lá por as "patas", certamente serei uma gaja com imensa sorte, e garanto, se morrer depois, morro realizada. Outra coisa que me fascina na Grécia, são os gatos. Sim, existem imensos nas ruas, por baixo das mesas das esplanadas, junto com os turistas. Seria juntar duas coisas que gosto, mar azul e poder fotografar uns bichanos, que tanto gosto e que como digo Deus criou apenas para me agradar, mas isso são outros quinhentos e fica para outro post.
Só de imaginar um por do sol, no mediterrâneo, é daquelas coisas, que só por si faz sonhar, quanto mais poder apreciar. Se calhar é por isso, que tanto gosto da nossa costa alentejana( do interior também), pelas vilas brancas e mar azul. Um dia mudo-me para Santorini. Enfim, divagações tardias....
Eia, cheio de hipreligações!
10.Nov.07

Dia de limpezas, em grande!!!!

Dona das Chaves
Sendo sexta feira, foi dia de limpeza. Limpei o que restava de ti. Abri o coração, peguei na vassoura, e varri, varri, para te expulsar de vez. Estavas agarrado como uma lapa, mas já estou habituada a elas, e tal como faço na praia, não vou de modas e usei uma espátula. Processo rápido, saltaste disparado indo cair directo no esgoto. Boa, apenas abri a torneira, para que a água te levasse. Sumiste, e eu fiquei mais leve. Espero que a água te leve para longe, na corrente do esquecimento. Não voltas, que isso eu também sei. Depois deste processo, passei á parte de polir, e dar brilho, sim, porque agora, ele (o coração ;))tem um perfil renovado, está mais maduro, mais exigente, e lapas assim, "no more"! Eu fiquei, mais leve, tirei um enorme peso de dentro de mim, contigo, o que ganhei, não foi nada, o que perdi, foi tempo. Agora tu perdeste muito, porque não soubeste como lapidar um diamante em bruto, que tinhas nas mãos, mas eu vou encontrar o joalheiro perfeito, que me vai fazer brilhar e ofuscar o teu brilho de casca de lapa...

Fechou-se em definitivo um ciclo, na minha vida. Foi assim que fiz antes, é assim que farei novamente, porta fechada, chave fora, e quando necessário um pouco de cegueira... Resulta.
07.Nov.07

Um conto assutador

Dona das Chaves
Como não ando nos meus melhores dias, e pegando no desafio do G. P. e de outros blogs que leio, aqui fica o meu conto de "terror", é um pouco longo, mas como diz o meu perfil, num teste, eu sou boa para escrever novelas, por causa dos pormenores. Espero que leiam, e não se assustem, lol. Eu própria que estou meio deprimida, não me assustei nada a escrevê-lo. Teriam que ser usadas estas palavras:
Whisky
Corneador
Sangue
Fofinho
Escaravelho
Nojento
Cama
Unhas
Bicicleta
Mato
Era um Inverno atípico para aquela parte do planeta, a neve já tinha mais de 20 cm, e quase ninguém se atrevia a sair de casa com o frio. A noite estava ventosa, e teimava em nevar ainda mais, na rua ouvia-se o guinchar estridente de uma bicicleta, que tentava atravessar na rua, a neve que se enrolava nas rodas, faziam daquela cena um completo quadro surreal. Da janela do quarto ele observava aquele aparato, e subitamente resolve que vai até lá abaixo para ajudar a mulher a sair daquela enrascada. De um trago despeja meia garrafa de Whisky , fica com o estômago a arder, bem com o restante do corpo, mas conseguiu o que queria, aquecer o sangue para enfrentar a rua naquelas condições atmosféricas, vestiu mais um agasalho fofinho e saiu porta fora.
Ao chegar junto da mulher, estremeceu, nada era como tinha avistado da janela. A mulher tinha um ar estranho, um olhar frio e penetrante, que parecia que lhe conseguia ler as entranhas da alma. Os cabelos negros e longos, estavam num emaranhado, os lábios eram de um vermelho quase sangue, mas o sorriso, era tão enigmático, que ele que, nunca temia nada temeu pela vida naquele instante e arrependeu-se imediatamente de ter saído de casa. Retomou a compostura e lá ofereceu ajuda. Ela aceitou. A voz daquela mulher, apesar da aparência era suave o que o fez acalmar. Tentavam tirar a bicicleta, mas a neve, tinha uma altura considerável que tornava a tarefa complicada, e ele resolveu pegar na bicicleta ao colo, e leva-la para junto do muro da casa que fica em frente. Lá lhe perguntou o nome, ao que ela respondeu com a tal voz suave: _ Miquelina! Obrigado por me ajudares. E tu como te chamas?
_ Tricolino.
_ Tricolino, como te posso agradecer? Posso convidar-te para beber um copo? Conheço um bar aqui próximo, chama-se Taberna El Corneador.
_ Não conheço, e moro aqui na zona.
_ É o bar de um amigo, fica no beco da rua 2, não tem placas, só entram conhecidos.
Ele achou aquilo esquisito, dado o ar estranho da mulher com voz suave, mas acabou por ir.
Chegaram ao beco, e ela bateu a uma porta que normalmente passaria despercebida. O porteiro, tinha um aspecto ainda mais sinistro que o dela. Sorriu para ela, e da sua boca transpareceram uns dentes amarelos, como o milho, com uns dentes de ouro pelo meio. Aquela boca parecia uma autentica cremalheira, avariada. O tipo tinha uma voz grosseira, arrastada e sinistra. Ele, sentiu vontade de voltar costas e ir-se embora, mas as pernas não lhe obedeceram, levando-o a entrar naquele local atrás da mulher que o tinha levado até ali. Mal passou a porta, temeu pela vida. Aquilo tinha um aspecto horrendo, um cheiro nauseabundo a esgotos e sangue, toda a gente naquele sitio parecia saída dos esgotos, ou dos confins dos caixotes de lixo, de sujos, rotos e malcheirosos que estavam. A música era um “metal gótico” estridente, que assustaria o próprio susto. Aquilo era demasiado assustador, ele voltou-se para se ir embora, mas estava rodeado de outros seres sinistros, a mulher na sua frente era agora um ser horrendo, tinhas umas unhas longas, pintadas de negro, que o fizeram arrepiar de medo. Sentiu-se num beco sem saída, queria fugir dali e não podia. De repente foi agarrado e amordaçado. Era uma emboscada, tinha sido atraído ali, para ser torturado.
Foi levado para uma cama, num local nojento, cheio de baratas, atado pelos pés apenas. Aquilo era demasiado sórdido, mas o medo que estava a sentir, não o deixavam pensar nas devidas condições. Ali só ficou a mulher, que agora parecia uma velha bruxa, com uma grande verruga no nariz, os dentes tão amarelos como os do porteiro, cheirava tão mal, quanto os outros. A mulher deu um riso sonoro e arrepiante e tirou de uma gaveta, de onde saíam enormes escaravelhos , muito negros, uma faca tão grande como ele nunca vira. A faca brilhou contra a luz difusa de um candeeiro de rua que passava pelo vidro baço da janela. Ele conseguiu raciocinar e perceber que teria de sair dali rapidamente. Olhou à volta, para ver se encontrava algo com que se pudesse desenvencilhar daquela situação. Avistou logo ao lado da cama uma estátua, de um Elfo horrível, com um ar pesado, mas era mesmo por ali que iria tentar. Estando apenas preso pelos pés, era mesmo assim um pouco complicado chegar á estátua, pois necessitava virar o corpo, para conseguir agarrar a mesma com força suficiente para a levantar e dar com ela na mulher, que se abeirava dele com a enorme faca. A adrenalina subiu-lhe em flecha, e de um só gesto virou-se, agarrou a estátua e bateu com toda a força que tinha, na cabeça dela, fazendo-a cair em cima dele, com a faca mesmo a ponto de lhe chegar. Pegou na faca e cortou as cordas que o prendiam à cama. Saltou a correr dali, com a adrenalina sempre a subir ainda mais, empurrando todos os que o tentavam agarrar, chegando rapidamente à porta, mas tendo de enfrentar o porteiro horrível. Deu-lhe um soco, que este caiu redondo no chão, e saiu a correr dali, pelo meio da neve. Correu tanto que nem deu pelo caminho que levava. De repente viu-se a entrar no mato , mas continuou a correr, até que tropeçou num tronco caído no chão que ele não vira. Estatelou-se na neve e olhou para trás, estava a ser seguido por aqueles que estavam no raio do bar, agora com tochas a arder nas mãos. Tentava levantar-se e não conseguia, eles aproximavam-se rapidamente. Sentiu as forças a fugirem-lhe, iria ser apanhado novamente, estavam mesmo a chegar junto dele. Trrimmmmm. O despertador tocou, deu um salto da cama abrindo os olhos assustado. Estava em casa, a seu lado a mulher abriu os olhos e sorriu, dizendo-lhe bom dia. Tudo não tinha passado de um pesadelo.
Sorriu para a mulher e exclamou: _ Lembra-me, por favor, de não voltar a beber demasiado Whisky depois de jantar!
Espero que se tenham divertido. Quem quiser e tiver veia "terrorista", sinta-se à vontade, para fazerem o vosso conto.
07.Nov.07

Sindroma anual...

Dona das Chaves
Bom, lá consegui fazer algumas das coisas que tinha planeado, e claro fui ver o mar. Que falta me fazia. Não deu para estar muito tempo, a noite estava já a cair e tinha outras coisas que não podiam passar de hoje, portanto foi apenas um pouco de Paz nesta mente perturbada que é a minha por estas alturas. Mas foi bom, ter lá ido depois das 17h, o sol já estava quase escondido por trás da serra, mas o mar estava tão calmo, e tão vazio, que quase não se percebia aquela sujeira que foi trazida pelas ondas de inicio de Outono, muito caniço seco, que se acumulou na areia com as marés de Setembro, e que agora lá permanece bem ao cimo da areia. Deu para ligar o portátil e escrever qualquer coisa que ficou por terminar, mas que por agora não tem pressa de ser feito. Os compromissos e a mana que telefonava a cada 2 minutos, fizeram-me arrumar a "trouxa" e vir embora. Mas a Paz interior que trouxe comigo valeu a pena. Sei que a Paz não vai durar, pois, já percebi o porquê do meu estado dos últimos dias. É o síndroma do Natal. Até 4 ou 5 de Janeiro do próximo ano, vou andar neste estado. Eu tento contrariar, mas é mais forte que eu, não consigo passar por isto de outra forma. Todos os anos é assim, e este será ainda pior, por algo que aconteceu no ano passado, que me fez pensar que eu poderia um dia vir a gostar desta época, mas como a vida é uma merda, e algumas pessoas também, eu detesto mesmo todo este tempo até ao inicio do ano. Eu gostava mesmo era de me poder esconder por esta altura, hibernar até tudo isto passar. Faço votos de que no próximo ano, já esteja na minha casa e então vou hibernar qual urso polar, dentro da sua gruta. Não quero ver ninguém, vou estar fechada no meu mundo de solidão, mas Natal, para mim é mesmo isso, tempo de hibernar.
Até passar a crise vou tentar ir mais vezes ver o mar, levar o portátil, escrever mais um pouco do meu livro, e de outras coisas que a mente vá ditando.
Fica esta imagem do dia, mas ainda tenho de aprender a tirar melhor partido da máquina fotográfica.
05.Nov.07

Planos furados...

Dona das Chaves
Tudo o que havia para fazer hoje, ficou para trás. Desta vez, não foi por inércia minha. De manhã deixaram um pequeno ser na minha cama, com um recado:" _ Leva-a ao hospital, que está com muita tosse!" O meu cérebro que só costuma acordar lá mais por volta das 10h, arrecadou a mensagem sem fazer o processamento da mesma naquela hora, dei meia volta e adormeci um pouco... Triiimmmm, quê, levar ao hospital? Hã, quem? Ok, o cérebro lá acordou, e eu lá processei a mensagem: a minha sobrinha está com tosse, está um pouco murcha, e a minha irmã, que nestas alturas passa a ser a tia, deixou a garota para eu levar hospital, por ela. Enfim, nada que seja novidade, afinal, eu já levei mais secas que a mãe, eu já quase bati em médicos, já discuti com enfermeiras e empregadas nos hospitais, porque, a mãe não abre a boca para nada, porque a tia é madrinha, está sempre disponível, blá,blá, e lá foi a tia/mãe depois de almoço para o SAP levar uma seca do caneco, para o médico olhar para a garota, apenas escutar os pulmões, sem lhe ver a garganta e uma receita e três medicamentos depois estávamos na rua. Agora espero que os medicamentos façam o efeito para o qual foram prescritos, pobre sobrinha se continuar a tossir. Não tenho filhos, mas tenho esta prioridade igual a qualquer filho, sinto-me como mãe desta pequena "piratinha", como eu lhe chamo carinhosamente, pela maneira como ela se comporta. Para piratinha, até que hoje se portou muito bem, que mesmo doente ela não costuma dar tréguas.
Amanhã é o dia, de tratar das coisas de tia, de ir dar um passeio terapêutico à praia, e enfim, começar a por as coisas nos eixos.
05.Nov.07

Solidão

Dona das Chaves
Esta semana, não estou propriamente nos meu dias. Sinto-me perdida, no tempo e no espaço.
Sinto que preciso de mudanças, que me ponham a mexer. Estou numa apatia, enervante, sem que dela consiga sair, a estagnação em que me encontro, faz-me perder o interesse pelas coisas, por ir mais além. A cabeça, dá tantas voltas, mas nada resolve, nem para a frente, nem sequer para trás. Costumo sair mais forte das derrotas da vida, e agora sem batalha, sem combate, sinto que me rendi. Ao quê? Não sei! Talvez á apatia, talvez a uma solidão da alma, que corrói por dentro, mata pouco a pouco a vontade de seguir em frente. Preciso ver o mar! Mais que qualquer outra coisa, preciso ir sentir o som do mar, sentir a areia nos pés, a água que me revitaliza para a vida. E sim, vou levantar-me de novo, e seguir o caminho que tracei, que só eu posso fazê-lo, com todas as forças de que disponho.