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blue eyes

O nome desta gaita, não interessa para nada. Interessa aquilo que aqui for postando dia a dia, ou à noite...Como só tenho um neurónio disponível, é muito certo que saia asneira de vez em quando, ou quase sempre...

blue eyes

O nome desta gaita, não interessa para nada. Interessa aquilo que aqui for postando dia a dia, ou à noite...Como só tenho um neurónio disponível, é muito certo que saia asneira de vez em quando, ou quase sempre...

22.Jan.08

Chegaram...

Dona das Chaves
Os terroristas chegaram, e instalaram-se cá em casa. Ainda por cima com uma guerra biológica. Já contaminaram três habitantes desta casa! Eu sou uma delas! Não páro de espirrar, estou ranhosa, e quase sem nariz. As outras duas estão piores, pois já quase que iam ficando sem pulmões, de tanto tossirem. Agora digam lá se isto não é terrorismo puro e duro! Este ano, eu ainda não tinha sido apanhada pelos vírus, estava a passar despercebida no meio deles, mas tinham de vir estes terroristas para me contaminarem. Ainda por cima os gajos são feios. Arre chiça penico, que uma gaja, não pode passar um Inverno sossegado e em Paz. Isto deve ser complot das fábricas de transformação de papel para venderem mais lenços. E como não é higiénico usar os de pano, lá andamos nós a gastar papel à vara larga de cada vez que sai um espirro, de cada vez que o pingo desata a correr pelo nariz fazendo cócegas. Ai que vida esta. E eu armada em super-gaja imune aos vírus, quando os outros se queixavam, sou apanhada na minha própria casa, já não se pode confiar em ninguém, nem naqueles que partilham o nosso dia a dia.
22.Jan.08

Caricias

Dona das Chaves



Quando tuas,
e minhas mãos
acariciam nossos corpos,
ardemos de desejos intensos,
e cativantes para nossas mentes
E o gozo que nos deixa tal gesto,
só os Deuses do Olimpo lá saberão
E num prazer contínuo,
ficamos em êxtase deliciados
por sublime momento,
e que nunca acabe como desejamos
E o final chega, como chega sempre
como um poema romântico
Que termina em nossas caricias
penetrantes
Atingindo um clímax,
por nós sempre sonhado
em noites que duravam, duravam,
até à brisa fresca da manhã


Poema de Fernando Ramos
(Retirado da internet)