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blue eyes

O nome desta gaita, não interessa para nada. Interessa aquilo que aqui for postando dia a dia, ou à noite...Como só tenho um neurónio disponível, é muito certo que saia asneira de vez em quando, ou quase sempre...

blue eyes

O nome desta gaita, não interessa para nada. Interessa aquilo que aqui for postando dia a dia, ou à noite...Como só tenho um neurónio disponível, é muito certo que saia asneira de vez em quando, ou quase sempre...

06.Abr.08

O barulho das luzes!

Dona das Chaves
Há pouco ouvi isto na TV, como música de fundo de algo que estava a dar, e como gosto, fui procurar e... tiro certeiro, acertei á primeira no nome da banda, não sabendo o nome da música escolhi a primeira que tinha o nome que me chamou a atenção, novo tiro certeiro.
Fiquem com - Depeche Mode - Precious - Musica dos anos oitenta, princípios de noventa? Já não me lembro bem, apenas me lembro que era bem novita quando ouvia isto, ou não? E nessa altura não sabia sequer o nome da banda, mas a sonoridade dos anos oitenta, é única. Se não for época de oitenta, também não há-de ser muito depois, e eu não sou tão velha assim, mas o convívio com a minha irmã mais velhas, as matinés de domingo à tarde são recordações de tempos que o pessoal de hoje não conhece, do tempo em que não se ia à discoteca ainda. Nos idos de oitenta era a "discoteca" que vinha até aqui, quando não havia bailes abrilhantados por uma banda roufenha. Havia na sede uma bola de espelhos e as luzes psicadélicas eram fixas, não havia cá acende e apaga, eram coloridas dirigidas para a bola de espelhos que rodopiava fazendo o que podia para que se parecesse com uma "Despteca" como diriam as mães da época. Muitas mães acompanhavam as filhas, por causa das más línguas, lol, filhas essas que não deixavam de arranjar namorados e de se encontrarem com eles às escondidas durante a semana, lol. Eu era miúda de cerca de dez anos, ou menos, mas lembro-me com se fosse hoje. As amizades eram mais sinceras, mas tal como hoje foram-se perdendo algumas com os casamentos, e os filhos que foram nascendo. Muitos desses filhos hoje já são casados e até já tem filhos. O tempo passa rápido, estamos em 2008 e sabe bem recordar, e bem haja a tecnologia que nos permite ouvir estas pérolas da época, ou para quem ainda os tem, os velhinhos discos de vinil, antes da era do já ultrapassado CD.

Depeche Mode - Precious
05.Abr.08

Trocas de cultura

Dona das Chaves
Quando não os podes vencer junta-te a eles! Às vezes dou comigo a ter conversas ditas com cultura com gente que tem a mania que sabe... e eu que até nem sei, mas que também sei que não é como dizem, vou ouvindo... e em vez de abrir a minha matraca para dizer disparates fico calada e concordo com tudo, como se estivesse a ouvir o maior entendido na matéria. Se a coisa se prolonga, invento a pressa que até nem tenho para me esgueirar sem ferir ninguém. É que levar com gente que se acha entendido em matérias das quais nunca leu nada, só ouve outros a falarem e nem as notícias sabem interpretar é dose, então mais vale ficar calado e dar-lhes razão.
Depois há o homem do café onde vou todos os dias, onde se conversa de tudo já com outro nível de conversa, e o facto de eu ser mulher no meio de homens não abala as conversas, tendo a sua piada. Mas com este tenho umas "picardias" frequentes que acabam na maior parte das vezes comigo a deixá-lo sem resposta, é raro vencer-me. Só me vence quando anda inspirado com o futebol, e mesmo assim as "picardias" que temos põe os outros todos a rir à nossa conta.
04.Abr.08

Ai, que coias...???

Dona das Chaves

Eu não sei a quantas ando, troco-me toda! Ela é a escrever, a falar, no trabalho. Não sei que se passa! Andarei disléxica? Terei o lado cerebral que activa o lado esquerdo mais activo, e assim quando quero escrever a mão esquerda domina os caracteres do teclado. Desde que iniciei este post poucas foram as palavras que consegui escrever sem erro... Caneco eu não sou assim. Isto põe-me chateada. Como é que me troco toda, tenho de atar a mão esquerda à cadeira, para que não se sobreponha? Desconfio que sim, porque não estou a ver como soluciono isto, se não passar nos próximos dias.
03.Abr.08

O livro

Dona das Chaves
"O por do sol na praia era sempre algo muito bonito e as duas amigas ficaram, a observar aquele momento mágico, sem dizer nada, por uns bons minutos. Um jovem, que também observava o momento, mete conversa com as duas amigas:
_ Olá, sou o Nuno, posso sentar-me aqui perto de vós?
_ Olá Nuno sou a Teresa, esta é a Joana, claro, senta-te.
_ Gosto muito de observar o por do sol aqui nesta praia, tem uma certa magia, que me faz sentir tão calmo.
_ Vens aqui muitas vezes? _ Pergunta Teresa.
_ Sempre que posso, agora no Verão venho mais vezes, porque estou em férias, e não deixo de vir observar um momento tão bonito. E tu vens aqui muitas vezes?
_ Quando posso, venho mesmo no Inverno. Moras na cidade?
_ Não, moro na aldeia, que fica perto da saída norte da cidade. Como é bastante perto, e trabalho aqui próximo, venho muitas vezes passear na praia, no Inverno também, mas nunca te vi por aqui. E a tua amiga, não fala? Tem algum problema?
Teresa, estava tão entretida com o novo conhecido que tinha-se esquecido completamente de Joana, e esta também parecia estar ausente, tendo-se limitado a sorrir quando o jovem se sentou junto delas.
_ Joana, estás aqui? _ Chama Teresa, mas a amiga parecia só estar ali fisicamente. _ Joana? – Chamou novamente Teresa, vendo que a amiga não ia responder, a não ser que lhe desse um toque, e foi exactamente o que fez. _ Joana, estás aqui? – e deu-lhe um toque no braço.
_ Desculpa, estava a pensar na minha casa…
_ Sim, pois. Ouve lá, achas que me enganas? Olha, estamos aqui a falar da praia e tu, nem pareces estar aqui. Este é o Nuno, apresento-te novamente porque acho que há pouco não ouviste nada. "


Algures no livro que estou a escrever!
01.Abr.08

Halleujah

Dona das Chaves
Sempre me intrigou o origem do meu nome de família, porque as origens do meu avô não eram muito definidas, ou seja, ele sabia quem era o pai, mas não foi criado por ele, daí que não tenha ficado a saber nada sobre os antepassados. Não é fácil construir a árvore genealógica de família, mas eu gostava, porque não tenho um nome muito comum, e porque andei a cuscar a origem da palavra Aleluia na Wikipédia. Será a origem deste nome, mesmo hebraica? Ou terá outra origem? Tendo em conta que este pedaço de chão a que chamamos Portugal foi durante muito tempo ocupado por árabes, e sempre cá vieram parar por outras razões, será a minha família de origens árabes? Ou terá origens religiosas, de outra forma? Não sei, mas um dia vou descobrir. Isto intriga-me, mas por enquanto não tenho forma de conseguir descobrir.


P.s. Descansem os que pensam que me poderei tornar em bombista suicida, caso tenha origens árabes, e rebente com isto tudo. Não quero ir ter com o Deus árabe, nem voltar a ser virgem, no meio de malucos suicidas! Prefiro os prazeres terrenos, aqui está começar a época do morangos, das cerejas, etc e tal, o que provavelmente lá não existe.
01.Abr.08

Blog Dorado

Dona das Chaves


Vim aqui ao estamimé e vi um aviso, de que tinha ganho um prémio! Boa, isto pela manhã, é bom! Obrigado à Smootha, do blog Contas e Pevides, que foi quem me premiou!
Não existe indicação de quantas vezes devemos passar o prémio, portanto eu vou passá-lo à Pessoinha, do blog Riscos e Rabiscos porque mesmo dos assuntos mais banais consegue fazer história, e pelo stress da profissão que tem, ainda nos consegue fazer rir e outras vezes pensar. Ao Jorge, do blog O que é o jantar, porque há poucos homens por aí, que venham para a blogosfera mostrar os seu cozinhados e muitos menos admitem que tomam as rédeas na cozinha ainda que só hás vezes, e porque nem só de cozinhados se trata no jantar. E ainda ao blog A espuma dos dias, porque sem posts muito longos, tem assuntos variados, e com muita informação, cultura e até aventuras de surf.

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