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blue eyes

O nome desta gaita, não interessa para nada. Interessa aquilo que aqui for postando dia a dia, ou à noite...Como só tenho um neurónio disponível, é muito certo que saia asneira de vez em quando, ou quase sempre...

blue eyes

O nome desta gaita, não interessa para nada. Interessa aquilo que aqui for postando dia a dia, ou à noite...Como só tenho um neurónio disponível, é muito certo que saia asneira de vez em quando, ou quase sempre...

22.Jul.07

Pensar demais...

Dona das Chaves
Um dos meus grandes defeitos é pensar demasiado. Acho que é um defeito, pois, a maioria das vezes só me faz complicar as coisas. Se o assunto envolve, trabalho, tento que saia algo de bom, agora se entro na esfera do campo das relações pessoais, mais estreitas, ui, sai merda na certa. Nesse campo, sou um autêntico afundanço, a minha auto-estima, anda sempre por baixo, e quando começo a pensar nas coisas, nunca penso no lado positivo, vejo sempre tudo pelo lado menos bom da coisa, e faço disparate. Não me perdoo, por ter sido o ser mais estúpido, que podia ter sido naquele dia 1 de Junho, exactamente 24 horas depois de ter feito 33 anos. Se a idade não é documento, pelo menos, a esta altura, já deveria ter algum juízo, e pensar com uma pessoa adulta que sou, e não como se tivesse 16 anos, e ainda fosse uma jovem inconsequente. Mas, não, naquele dia e seguintes, durante pelo menos mais de uma semana, a minha cabeça, não atinava com nada de razoável, e se nesse dia fiz porcaria, uma semana depois, piorei a coisa. Eu deveria ter um interruptor, que me fizesse desligar, quando entro nessa espiral de me sentir um ser inferior, sem razão, e só voltar a ligar quando recuperasse a razão, mas não, quando bate, o único neurónio activo, "passa-se da marmita", faz curto circuito, e desata a enviar mensagens negativas. Depois de fazer merda, vem aquele arrependimento, que me faz sentir ainda pior, me faz sentir o ser mais estúpido, mais detestável á face do globo terrestre. E agora, que passou algum tempo, vejo muito melhor que fiz mesmo uma grande asneira, mas naquela altura, sentia-me um ser inferior, talvez sem razão, talvez com razão, nunca irei saber. Serviu, para me tornar, mais racional, coisa que sempre fui, mas agora, sem me fazer de vitima, usando a verdadeira razão, e vendo as coisas como devem ser vistas, com olhos de ver, usando ao mesmo tempo um pouco de coração, mas com moderação, para não cair no exagero... e não tornar a fazer asneira.

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