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Ficar em casa...

por Dona das Chaves, em 26.10.11

Está bom para os fabricantes e vendedores guarda-chuvas.

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publicado às 16:36

Segunda feira... bahh...

por Dona das Chaves, em 30.05.11
O dia está feio, e o que apetece é isto...

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publicado às 11:11

Ele voltou...

por Dona das Chaves, em 13.02.09
(imagem surripiada do blog do Sr. João Palmela)

Voltou o sol. Que bom! Estava tão farta de tempo cinzento, tão farta de humidade... Tal como eu acredito que muito mais gente estaria também farta deste tempo. De certeza que se continuasse a chover, com tanta humidade no ar, haveria muita gente a ganhar caruncho nas axilas, e teriam cogumelos a nascer debaixo das unhas dos pés... Agora percebo porque os nórdicos se suicidam... Ficam sem pilhas e ainda por cima cheios de fungos, daí que percam o interesse em continuar à espera que regresse o sol.
Já posso meter o edredon a apanhar sol, para matar os piolhos, e as pulgas que saltitam em corropio, à vez, como numa montanha russa. Amanhã, dormirei descansada depois de arejar a casa... e as ideias...
Entretanto nos USA, depois da eleição de Obama a máquina americana já funciona. A máquina da conspiração está em força, e já começam a haver desistências nos cargos indicados, ou anteriormente pretendidos por alguns republicanos e democratas... Resta saber porque realmente desistem, porque a desculpa de não concordarem com algumas medidas, é de todo esfarrapada, afinal depois de toda a euforia da eleição, com o mundo em suspenso com a mais que sabida vitória do primeiro presidente de origem negra na América, era mais que natural que muitos quisessem tacho neste governo... Muito ainda está para vir, e Obama não terá a tarefa facilitada, afinal de contas ainda há muito conservadorismo escondido na política americana e muito quem queira ver Obama sair de lá tão depressa como entrou, nem que seja ao género Kenedy... para além dos interesses escondidos, do interesse em manter todas as guerras no médio-oriente... e claro, este novo presidente é um empecilho à venda de armas para o médio-oriente, e para os interesses no petróleo, entre muitas outras coisas que por lá existem... e tudo isto sou eu a falar, que nada percebo do assunto.

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publicado às 23:24

Chuva

por Dona das Chaves, em 18.04.08
Na chuva da noite,
caminho na relva,
com pés descalços,
porém estou nua.

Do alto da tua janela,
vejo-te a observar
uma louca na rua,
á espera de te amar!

Abres a tua porta,
saindo quase a voar,
invades-me o jardim,
para me abraçar!

Os teus braços fortes,
envoltos em mim,
aquecem este corpo,
num desejo sem fim.

Amas-me mesmo ali,
debaixo de chuva fria,
não importa a noite,
amas-me até ser dia!

A chuva me acorda,
deste quente pensar ,
continuarei sozinha,
até ao teu regressar!

Deste sonho que sonhei,
ficou o desejo de te ter,
mais que uma noite,
mais que pelo prazer!

Onde tu estás não sei,
mas aqui está a chover,
irei nua para a relva,
esperar por te ver!

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publicado às 23:59

As fotos

por Dona das Chaves, em 19.02.08

Terrenos vizinhos da minha casa...

estrada que passa aqui na minha terreola de salientar que é concelho
de Palmela, na planície longe do mar....

uma vítima algumas sobreviventes

Casa do caseiro numa quinta.

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publicado às 00:13

A trovoada

por Dona das Chaves, em 19.02.08
Eu tenho sorte de viver num "cabeço", quando a água chegar à minha casa, já os meus vizinhos se estarão a afogar ( não é tanto, mas quase). No entanto por aqui a água galgou a estrada em vários lados, alagou as terras e numa quinta de uns amigos fez bastantes estragos, entrando em casa deles, do caseiro, inundou as casa onde haviam galinhas e muitas... enfim, só os patos estavam nas suas sete quintas felizes da vida numa super piscina. Eu ia a passar na estrada quando me lembrei que esta quinta mete água nestas situações, olhei e vi tudo debaixo de água e o caseiro de mãos na cabeça, sem aaber o que fazer. O senhor é de romeno, estava aflito e só me dizia tudo é morto, eu choro muito, não sei que fazer, aconteceu em 10 minutos... Vim a casa telefonar à senhora da quinta e voltei lá para ver o que podia fazer. Não fui de modas, meti-me na água, bem acima dos joelhos... e comecei a abrir portas e a retirar as galinhas, algumas estavam nos poleiros, mas algumas andavam na água a flutuar ainda vivas. Salvei tudo o que pude, mas algumas galinhas não tiveram tanta sorte, ou se afogaram ou morreram de hipotermia, fiquei arrasada, custou-me tanto ver os animais assim. A água estava gelada, deixei de sentir os pés e pernas e perdi as forças, mas segurei-me e aguentei até finalizar a minha missão. A senhora tem uma vala que passa na quinta toda murada e desimpedida, mas as pessoas que estão nos terrenos a seguir, não tem a vala murada e também não limpam, logo a água não passa, começa a ficar retida nesta quinta. Os vizinhos como não tem casa naqueles terrenos, estão-se a marimbar, a senhora por vezes paga a uma recta-escavadora para que limpe os terrenos dos vizinhos por forma a desimpedir a vala, para que isto não se repita, mas não pode andar sempre a limpar o terreno dos outros. Não tem conta as vezes que isto lhe acontece...
Tenho um problema semelhante num terreno que tenho, mas aí só tenho mesmo o terreno que fica alagado porque os vizinhos de baixo não abrem, nem limpam a vala. Um dia faço queixa porque é uma vala inscrita no mapa, tem de ser mantida nas devidas condições para permitir o escoamento das águas em excesso.

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publicado às 00:06

Não quero que te constipes

por Dona das Chaves, em 14.01.08
A tarde estava fria, uma chuva miudinha teimava em cair. Entraram em casa, já com a roupa e o cabelo molhados.
_Toma. - diz-lhe ele estendendo uma toalha. _Seca o teu cabelo, pelo menos!
_Obrigado! Vou ficar constipada. - responde-lhe ela ao mesmo tempo que estende a mão para pegar na toalha.Tocam-se, e como que atraída por um híman, ela dá por si, com o rosto quase colado ao dele.
_ Não quero que te constipes. - diz-lhe ele ao mesmo tempo que a abraça. Os corações de ambos batem a um ritmo acelerado. Ele olha-a nos olhos e um beijo une-os, num longo momento que apenas acabará muito tempo depois. Puxa-lhe a camisola, desnudando-a. Ela está assustada, não sabe se foge ou se fica e se deixa levar. Um desejo súbito invade-a e puxa-lhe a camisa enquanto lhe beija o pescoço. Sente as pernas tremerem. Ele pega-a ao colo, e leva-a até á banheira. Abre a água, enquanto os beijos são cada vez mais quentes, sentem a urgência daquele momento apoderar-se de ambos. A roupa já está no chão, ele pega-lhe e entram para debaixo do chuveiro. As mãos dele percorrem o corpo dela, os seus lábios param nos mamilos erectos que clamam por mais. Ela sente-se elevar e é encostada á parede. A sensação que obtém, é indescritível, o frio da parede em contraste com o calor do corpo dele encostado ao dela, e da água quente, deixa-na louca de desejo. Sente-o penetrar dentro de si, e põe as pernas de volta da cintura dele. Aquele momento, ela deseja que não acabe. A união dos dois corpos é perfeita, ela aperta-o dentro de si, e ambos se sentem chegar ao derradeiro momento final. Beijam-se prolongadamente.

_ Um banho quente, é sempre bom quando nos molhamos, à chuva. Não quero que te constipes! - diz-lhe ele. Ela sorriu, sorriu como nunca tinha sorrido antes.

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publicado às 00:16

Vai passando

por Dona das Chaves, em 21.12.07
A chuva parece que cessou e com ela levou o mau tempo que me assolava a alma. Estou mais calma, mais objectiva. Sei o que quero, sei de onde venho e para onde vou. Terei de ser cautelosa, não quer dizer que ande com medo, muito menos que vou enfiar um saco preto na cabeça, apenas que vou tentar passar despercebida, que deve ser fácil, a emagrecer desta maneira daqui a pouco será difícil darem por mim. Vou tentar fazer deste Natal um pouco como se fosse mesmo um nascimento ou melhor será o meu renascer das cinzas tal qual a Fénix. Sim porque o que não nos mata, torna-nos mais fortes. E ao longo desta vida aprendi a fazer das fraquezas, forças para me levantar e continuar. Eu não deixei de ser quem era, apenas me tornei mais atenta a tudo o que me rodeia. Vou continuar a batalhar todos os dias para ser quem sempre estive destinada a ser. Uma vencedora. Sim, vou escrever um livro, sim vou encontrar um amor tão grandioso como o outro, sim eu vou fazer a viagem às ilhas gregas. Vai demorar, eu sei, mas desistir nunca. A desistência é para o fracos, e isso eu não sou, posso deixar-me abater por vezes, mas sempre me levantei, e desta vez não será diferente. Porque depois de uma tempestade vem um sol radiante, e porque para mim existe uma luz brilhante que me guia na escuridão, tal como guia os marinheiros ao chegar à costa em dia de tempestade. Existe um farol que me ilumina o caminho, e um dia eu chego à costa, cansada porventura, mas com o sentimento de sonho cumprido.

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publicado às 00:49

Já chove....

por Dona das Chaves, em 20.11.07
Já chove!! Que bom!? Este vento é que não está com nada. Faz com que a chuva entre nos sítios onde geralmente não entra. Eu estou falar da chuva, não é do sol, isso onde o sol não entra é noutro departamento. Agora falo de chuva, essa água que vem do céu para alegrar as plantinhas, rios, lagos e albufeiras. Faz muita falta, embora com este vento se torne aborrecida, porque faz com que esteja tudo molhado, mas mesmo tudo. A humidade trespassa paredes, telhas, e frestas. Mas finalmente, o tempo está no tempo certo! Espero que chova o suficiente, para que as plantas cresçam, para dar pasto aos animais, e algumas para nós. Que encham as albufeiras para dar água, para a electricidade, e para o que for necessário quando não chover.
Que venha chuva! Enquanto for necessária.
Tenho boas recordações de chuvas anteriores! :)
Nesta altura também gosto de estar junto ao mar! É tão bom, ver um dia cinzento na praia, o mar algo revolto. Gosto de apreciar uma trovoada no mar, se for á noite então... é um fenómeno bonito, algo perigoso, para quem anda no mar, eu sei. Por isso admiro os pescadores que se fazem ao mar, para trazerem um alimento tão importante, e nós não lhes damos o devido valor. Enfrentam tempestades, correm risco de vida, mas por outro lado vivem o mar como a própria vida. Lá irei logo que possa, ver chover no mar. Agora vou apenas ouvir, o bater da chuva, desta vez, na minha janela...

Mais uma vez fica um vídeo, da minha banda favorita, com a minha música, The rain. Condiz com o tempo, e a melodia é linda, pelo menos eu gosto. Desta vez não é ao vivo, mas mostra alguns momentos desta banda.

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publicado às 00:20

Se ficar não vou, se for, não fico....aiii....

por Dona das Chaves, em 14.11.07
Ando com o coração nas mãos, não sei se vá, não sei se fique, se vou lá, não fico aqui, se fico aqui não vou lá. Confuso? Pois para mim também. De há uns anos para cá tenho ponderado ir trabalhar para o estrangeiro, este ano mesmo, por alturas de Abril/ Maio, pensei mesmo que em Outubro, altura em que acabava o meu contrato de trabalho, iria embora. As coisas, não se encaminharam nesse sentido, e esqueci um pouco essa ideia peregrina. Entretanto, tomei conhecimento de um amigo que está em Inglaterra que me pode ajudar, e hoje, encontrei mais um emprego em Inglaterra. Vou, fico, que faço? É uma decisão difícil, não que tenha alguma coisa a prender-me, mas a decisão de deixar tudo, mesmo que seja uma vida um pouco ingrata para trás, é complicado. Arriscar sair do país, sozinha, torna tudo mais complicado. Se partir, como vou ter o mar para me dar aquele conforto, que encontro nas suas margens? Como vou aguentar ir para o país do nevoeiro, sem o nosso sol? Por outro lado preciso sair daqui para bem longe... sair daqui, vai fazer-me ocupar a cabeça, olhar o mundo com outros olhos. Vai custar um pouco, mas a minha vida tem de mudar, sob pena de não sair da cepa torta, e além disso preciso mesmo ser eu novamente, ando um pouco afastada de mim. Sim, vou partir. U.K. whait for me. I kept the rain, falling down on me,all the time. Tal como o refrão da música que ouço neste momento:The rain - Roxette, a chuva cai em mim o tempo todo, por isso vou, para poder esquecer a chuva....

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publicado às 23:22


O nome desta gaita, não interessa para nada. Interessa apenas aquilo que aqui for postando, dia a dia, ou à noite, tanto faz...Como só tenho um neurónio disponivel, é muito certo que saia asneira de vez em quando, ou quase sempre...

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