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E foi-se... o tempo do sossego...

por Dona das Chaves, em 14.08.12

E "prontes, treminarem" as férias no trabalho, ou o trabalho nas férias, nem sei, foi uma coisa assim. Entretanto a tarde de hoje foi um pouco mais movimentada, mas nada que causasse incómodo. O que causou incómodo foi ter estado aqui um bocado quase a contar carneiros,  não para dormir, mas para NÃO dormir.

Tive uma noite horrível, em que não dormi, simplesmente porque ontem estavana cozinha com a minha irmã, a cortar um frango do campo para o jantar. A tábua da carne não tem dimensão suficiente para estarem duas pessoas a trabalhar em simultâneo, e aconteceu... no momento em que eu ia para dizer para ela se afastar com o cutelo porque eu estava a terminar de cortar uma asa do frango, ela deu uma cutelada num osso, quer dizer em dois ossos, porque um era o meu 3º dedo da mão esquerda. Desatei a rir com a cara de pavor dela, porque pensou que me tinha deixado num estado pior do que fiquei. Lá a acalmei, e fui ver como estava o meu dedinho, podo-o debaixo de água para estancar a hemorragia, e ir colocar um penso caseiro, eis senão quando vejo o meu tendão e o meu osso... prontes, lá tive mesmo de ir ao hospital. Não sei quantos pontos tenho no dedo, porque me fizerram deitar e por o braço todo torcido atrás da cabeça. Doeu mais a posição em que me colocaram o braço que a cutelada no dedo, ou os pontos a serem cozidos. Disse que tinha sido eu, ou ainda vinha a polícia cá a casa investigar se não seria uma tentativa de agressão, e fazer um inquérito para ver se a versão de cada uma batia certo.  Portanto, vou ter um dia feriado com uma mão enfaixada, e que me dói por estar tão apertada a ligadura, embora amanhã tenha de ir ao centro de saúde fazer novo penso. Eu que tinha tanta coisa planeada para fazer, mal consigo aqui escrever. A sorte foi que hoje ainda estava aqui no escritório de férias, porque se fosse para estar lá no lado da oficina, teria de ter ficado em casa. Quinta feira, espero estar melhor, com menos ligaduras na mão, e conseguir mesmo trabalhar, que isto já foram férias que não estavam no plano.

 (Depois da verificação ortográfica, é que vi como tenho mesmo os dedos presos, era só erros)

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publicado às 17:28

É quase como estar de férias...

por Dona das Chaves, em 10.08.12

 

 

A bem dizer parece que tive uma semana extra, de férias. O ex-chefe foi de férias e lá vim eu substitui-lo. Como a economia portuguesa vai de vento em pôpa (not) cansei-me de trabalhar muito... pouco, praticamente nada. Ok, o país está de férias, mas mesmo que não estivesse dava no mesmo. Não há dinheiro nos bolsos da malta e como tal não se vendem carros, logo não há fabricação, e não há importação, e não há parqueamento, nem aumento de stocks, e nem carros para transportar. Está tudo tão quieto, tudo tão parado, que ao mesmo tempo as poucas coisas que há para serem transportadas por vezes tornam-se difíceis de coordenar, mas nada que tire o sono... que dá por estar aqui sem grande coisa para fazer. No entanto pontualmente há uns "stresses", que me fazem ficar piursa (pior que ursa) porque não é fácil fazer as vontades a duas partes, quando as mesmas não coincidem entre si. Depois vem aí o mês de Setembro, e não me parece que se vá alterar muita coisa. É o mês de regresso das férias para a maioria, e das férias para os que ainda não foram mas querem aproveitar ainda o fim do Verão. É o mês do regresso às aulas, em que os pais fazem as contas de sumir vezes sem conta, a ver onde é que conseguem ludibriar a matemática, e às vezes os filhos, para que o sumiço do dinheiro não seja tão grande, e pelo menos sobre menos mês no fim ordenado. Daí que por cá não devam haver grandes alterações. Para mim é provável que vá haver algum trabalho. Regressam no fim do mês as viaturas que a marca emprestou para o patrocínio da Volta a Portugal 2012, e as mesmas vão certamente necessitar de intervenção de chapa e pintura  e limpeza. Como já vou estar do lado da oficina, porque as férias do ex-chefe também não são eternas, é provável que não vá ter tempo para me aborrecer. Por agora aproveito o facto de estar aqui ao fresco do ar condicionado, é que depois lá do lado da oficina, aquilo parece um forno gigante para nos cozinhar vivos.

 

 

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publicado às 16:09

Férias... uma miragem...

por Dona das Chaves, em 19.06.12

 

 

 

 

 

Estou a precisar de férias... e ainda me faltam 4 semanas e meia para lá chegar.  Até lá acho que ainda entro em parafuso. A sorte é que o tempo também não está assim grande coisa, o que ajuda muito. Este vento maluco, a mim não me dá pica para andar na rua ou passear, o que é bom para eu aguentar estar aqui a trabalhar, sem estar a pensar que podia estar na praia, numa esplanada ou simplesmente a visitar algum castelo altaneiro por aí algures.  Mas podia estar no meu sofá a ler um livro, ou a dormir uma soneca.  Ando cansada, e estar aqui a substituir o ex-chefe também não é pêra-doce. Tem dias que isto parece uma sucursal das urgências de um qualquer hospital central ou mesmo de um hospício, tais são as pressas com que toda a gente pede transportes. É tudo para ontem, no ponto mais distante deste país, ou então nos pontos mais opostos possíveis. Como é óbvio, isto não dá para acudir a tantos fogos ao mesmo tempo, nem há bombeiros por aqui, e nem os camiões usam uma sirene azul, de marcha de urgência. Tem dias que pareço a Maia, não a abelha, mas a das cartas de tarot, só a fazer e dar previsões. E tudo piora quando as coisas não correm como planeado. O telefone não pára, eu não páro, até as minhas orelhas ficam em sobreaquecimento, e necessito ligar a ventoinha do radiador para fazer o arrefecimento.  Depois do trabalho continuo em modo atender doidos. Pensando bem, até acho que vou enviar o currículo para os hospitais de doentes mentais, para uma vaga na administração. Experiência em atender gente doida e cheia de pressa, não me falta. O pior é se acabo candidata a uma vaga numa das alas com quartos disponíveis. Boa ideia, férias com quarto,  alimentação e roupa lavada de graça.

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publicado às 17:25

Um filme de Hitchcok no trabalho!

por Dona das Chaves, em 15.05.12

 

 

Há uma semana que no trabalho tenho a tarefa de limpar janelas espelhadas diariamente. E onde é que está o caso, se também sou a "preta" das limpezas? O caso, é que duas aves raras, narcisistas, ou com a mania da perseguição, resolveram ir todos os dias fazer uma guerrilha com a sua imagem reflectida nas janelas. Como aquela porcaria é altamente espelhada, e tem tipo 7 metros de altura por 10 de largura, e tem a meia altura uma pala na zona das portas, tem sido um caos. E pergunta quem por aqui, perde algum do seu tempo a ler o que ainda escrevo: "_Duas aves raras? Mas que raio são duas aves raras?" Pois, nada mais, nada menos que dois corvos, que se viram ao espelho e resolveram que a imagem no espelho era outro mais feio que eles e não vão de modas, é bicada, unhada, cagada, e porrada até haver sangue. Não contentes por saírem de lá todos tortos, voltam todos os dias. E para piorar, só lá vão logo pela manhã cedinho, quando ainda só lá está o segurança, que nem se dá ao trabalho de os mandar embora, e até finge que não os viu (só vê, o que não deve...). Não dou que fazer a limpar sangue e cagadelas pelos vidros, no chão, na porcaria da pala, que me obriga a ir para cima de um escadote que treme por todos os lados. E como se não bastasse o sangue seco, é difícil de sair à brava. Enfim, uma cegada do pior. Hoje não tive tempo, o trabalho de limpeza de viaturas deu para o dia todo, e como preciso de usar o escadote não tinha ninguém disponível para me ajudar, lá terei de o fazer amanhã. Um colega caçador está encarregue pela administração de os afugentar de lá, e eu espero que seja mesmo só afugentar... não quero sequer imaginar que seja de outra forma. Agora lá que os pássaros estão doidos, estão, e como estamos na época de acasalamento, são bem capazes de querer andar a bater nos vidros até derrotarem o inimigo. Como são aves com um porte considerável, e com um bico com muita força, as vidraças estão cheias de marcas que parecem pedradas e sulcos fundos riscados, das unhas. Só comigo...

 

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publicado às 23:46

Duro regresso...

por Dona das Chaves, em 13.12.11
Após 11 dias de merecido descanso regressei ao trabalho. Tal como eu esperava, existiam locais onde, nestes dias não passou a limpeza... Enfim, se eu acertasse no euromilhões, com a facilidade que adivinho estas coisas, eu já estaria na lista dos 10 mais ricos do mundo... Imagino que se eu resolver tirar duas semanas inteiras de férias, as chávenas do café na pia do lava louça, vão acabar por receber companheiras novas, quando já não houver mais nenhuma para ser usada (desta vez só sobrava uma), o chão do wc da oficina vai ter pelo chão algumas rãs, já que há fuga de água para o chão e sem limpeza diária, forma-se um charco, que é pisoteado fazendo um desenho psicadélico com formato de solas de vários tamanhos, e alguns mosquitos pelo ar. No balde de orgânicos da cozinha, cheira-me que encontrarei lá dentro, fungos de tamanho de um cão de fila brasileiro, que saltarão de lá com uma máscara de oxigénio, para me oferecerem, antes de eu desmaiar com o fedor que aquilo emana... o hipotético cenário descrito é ridículo, eu sei, mas é ao mesmo tempo muito real, tendo em conta o que encontrei só tendo estado de férias durante 11 dias... eu só gostava que isto terminasse, mas parece que se estão a preparar para que eu fique por lá muito tempo a limpar tudo e mais alguma coisa... de nada me valeram estes três anos e tal a ser profissional, a dar o melhor, se no fim, isso não teve importância, e me passam de empregada de escritório a empregada de limpezas rebaixada...

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publicado às 00:33

Sou Multi-opções!

por Dona das Chaves, em 17.11.11
Se calhar ando a queixar-me à toa... afinal monotonia é o que eu não tenho no trabalho. Ele é limpezas, ele é ir para o parque debaixo de chuva torrencial, ele é ajudar no inventário do cliente, ele é substituir o ex-chefe no escritório. Falta saber se ainda me vão pedir que faça trabalho de mecânica e bate-chapas.

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publicado às 10:12

Castigo...

por Dona das Chaves, em 14.11.11
A melhor de hoje nas minhas novas funções de empregada de limpezas? Ter de limpar com diluente o chão de uma sala de 3.5 x 3.5 mts, sem janela. E... imagine-se, a ideia original era que eu limpasse aquilo à mão, de joelhos, ou de cú para o ar sei lá. Bati o pé e recusei fazer isso esfregando à mão, e de joelhos, ou lá como raio estavam a pensar que eu ia fazer aquilo. Tive de o fazer, esfregando com a minha bota, sobre papel absorvente como se andasse a arrastar os pés. Resultado? Mesmo com a máscara que coloquei, parecia que tinha respirado ar de um congelador, agora estou com o pingo no nariz, e doem-me os "quartos traseiros" do esforço de andar a esfregar fazendo força com a base da anca e da bacia. A sala em questão, é uma sala onde se guardam restos de tintas automóveis já preparadas, e se lavam os objectos de preparação e aplicação das mesmas e do que me lembro desde que lá trabalho (40 meses) nunca foi limpa, para além de ser passada uma vassoura, e o chão já estava quase negro.
Eu mereço, só pode... para me inventarem trabalhos, porque não têm mais nada para eu fazer... não me bastou passar a limpar urinóis e sanitas, como ainda me inventam coisas descabidas para fazer.

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publicado às 23:29

Enganada, humilhada, maltratada.

por Dona das Chaves, em 27.10.11
Neste momento sinto-me humilhada, e nada fiz para isso. Após três anos e meio de dedicação à empresa, sou passada de cavalo para burro. Se comecei na limpeza de viaturas, e passei depois para os serviços administrativos da oficina, e depois para os serviços de entrada e expedição de viaturas, e nunca me mudaram a categoria no recibo de ordenado, já foi com deliberada intenção. Após a reestruturação da empresa, e os despedimentos, eu pensei que a minha vez chegaria, porque começou a faltar trabalho e a sobrar tempo aqui no departamento. Como renegociaram o ordenado do chefe, pensei que eu seria despedida. Não fui, mas a sensação de que não era viável eu continuar aqui, quando o trabalho mal dá para um, quanto mais para dois, foi-se acentuando dia para dia, e algumas vezes reflecti isso nos meus blogues. Pois hoje, foi o dia... Aproveitando que o chefe veio mais tarde, o administrador veio falar comigo sobre a decisão da empresa. Não me foi previamente perguntada a opinião, apenas me foi comunicada a decisão, HOJE a DOIS dias de me mudarem, com a conversa de que podemos ter opiniões diferentes e não concordar, mas que decidiram que como eu sou boa funcionária, como posso vir aqui substituir o chefe quando ele estiver de férias, mas como sou mulher e na oficina os homens não são bons a limpar as viaturas, falta lá aquele toque de perfeccionismo que eu tenho, volto para a limpeza de viaturas. Até aqui tudo bem, foi lá que comecei e até entendo a reestruturação. O pior veio depois... como não há neste momento quase nenhumas viaturas para limpar, e mandaram embora a empregada das limpezas, eu vou ficar encarregue de limpar as instalações da empresa e as casa de banho, neste caso as dos homens ( mulheres somos apenas duas, eu e a rapariga da facturação). Eu estive apenas 1 mês na limpeza de viaturas, no segundo mês fui substituir nas férias a rapariga do escritório da oficina, e já não me deixaram sair de lá, porque ela tinha o trabalho mal executado e atrasado. Há mais de 3 anos que estou nos serviços administrativos, e agora assim de chofre, passo a empregada da limpeza. Sinto-me humilhada, gozada. De modo nenhum sinto que estejam a dar valor ao meu profissionalismo e dedicação. Se fosse só voltar para a limpeza de viaturas, ainda entendia, aceitava na boa, mas transformarem isso em outra coisa, sem sequer me consultarem antes de decidirem, não aceito. Não vejo nenhum mal em ser-se empregado de limpezas, mas não é por obrigação que o aceito fazer. Não foi o trabalho que eu procurei quando vim para cá trabalhar. Uma coisa é eu procurar esse emprego por iniciativa própria, outra coisa, é transformarem três anos e tal de trabalho em despromoção, e fazerem de mim pau para toda a obra. Vou fazer limpezas, e se o chefe faltar ou for de férias, eu venho cá fazer o serviço dele, depois volto ao avental, luvas e esrfegona. NÃO. A conversa de que se a empresa melhorar, eu volto para aqui, porque estou dentro do serviço é história para boi dormir. A conversa de melhorar a empresa já não convence. É conversa com 2 anos, e nunca mudou para melhor, só piorou. A conversa de que há conversações de outros de negócios já tem  2 anos e nunca nada se concretizou. A conversa de novos clientes já tem 2 anos, e nunca aconteceram novos clientes, apenas serviços pontuais. Não acredito em milagres, muito menos no Pai Natal e no Coelhinho da Páscoa. Na actual conjuntura, acredito que o que está mau, vai piorar. Preferia mil vezes que me tivessem mandado embora com o primeiro grupo, que me manterem aqui para me humilharem desta maneira e obrigarem-me a tomar decisões muito difíceis. NÃO aceito. Eu devia ter sido consultada antes, e devia tre-me sido dada hipótese de negociar a saída como fizeram com os meus colegas que foram despedidos. Não, não me digam para ter Esperança, eu já não consigo. Vou ter de lhes comunicar que NÃO CONCORDO, e só aceito porque não me dão outra hipótese, e que vou procurar outro trabalho entretanto.  Sim, estou à procura de TRABALHO!

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publicado às 17:14

A ver vamos...

por Dona das Chaves, em 10.10.11
Após uma semana de férias, e bem longe da net, as novidades no trabalho não me parecem nada animadoras. Não sei que rumo a minha vida irá tomar, certamente irá ficar pior do que já está, e não sei até que ponto eu vou ser capaz de encaixar as cenas dos próximos capítulos. A ver vamos. Não sei até que ponto poderei sequer aceder ao blogue, porque em casa estou sem net, e nem sei quando voltarei a ter novamente. As coisas estão um bocado beras, e há que aprender a viver segundo os novos tempos. Profissionalmente parece-me que irei passar de cavalo para burro, é uma sensação que tenho, mas nestes casos costumo ter a sensação certa, foi o juntar de 1+1=2, e perceber o porquê de cenas anteriores noutros capítulos. Se contribui, para que assim fosse? Não, nem uma única vez. É a conjuntura, sempre a malvada da conjuntura... e eu a pagar de uma forma ou de outra a crise deste país. Só espero que descendo de cavalo para burro, não me queiram reduzir o ordenado também, porque aí, eu prefiro que me mandem embora. Tal como disse, a ver vamos...

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publicado às 12:32

Ossos...

por Dona das Chaves, em 13.09.11
Odeio os ossos do ofício... começam a dar-me cabo dos dentes... e da paciência...

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publicado às 12:21


O nome desta gaita, não interessa para nada. Interessa apenas aquilo que aqui for postando, dia a dia, ou à noite, tanto faz...Como só tenho um neurónio disponivel, é muito certo que saia asneira de vez em quando, ou quase sempre...

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